08.10.2019 | 17h20


MARIDO FUGIU

Corpo de enfermeira foi encontrado sem a cabeça e os braços; veja

Zuilda era considerada desaparecida há 11 dias. O corpo estava em avançado estado de decomposição e os membros se soltaram com a força da água.O marido é o principal suspeito de encomendar o crime.


DA REDAÇÃO

A Polícia Civil informou que o corpo da enfermeira Zuilda Correira, de 43 anos, encontrado nesta terça-feira (08), após ela ser considerada por 11 dias como desaparecida, estava sem a cabeça e os braços.

O cadáver foi localizado em uma região de mata, no Distrito Industrial Norte, em Sinop (480 km de Cuiabá). Depois de morta, a mulher foi jogada em um bueiro e com as águas das chuvas, o corpo rodou 1,5 km.

As partes do corpo também foram encontradas na região. A cabeça e os braços teriam se soltado pela força da água.

A família acompanhou as buscas e o filho fez o reconhecimento do corpo de Zuilda, que estava em um matagal perto de uma pista de treino para motocross. 

Assassinato por encomenda

O policial militar Marcos Vinícius Pereira Ricardi, de 26 anos, confessou, na tarde de segunda-feira (7), ter sido contratado para assassinar a vítima. No entanto, ele não entregou o mandante e nem a motivação do crime.

O militar já foi funcionário da casa da enfermeira e trabalhava no espetinho do casal, como entregador.

O principal suspeito de ter encomendado o assassinato é Ronaldo Rosa, marido da vítima, que é considerado foragido.

O marido sumiu da cidade na segunda-feira, após comprar um carro em uma garagem local.

A Polícia Civil e Militar procura por Ronaldo e segue investigando o caso.

‘Desaparecida’

O marido de Zuilda registrou o boletim de ocorrência, no dia 27 de setembro, alegando que a mulher havia desaparecido.

Ele afirmou aos policiais que na data foi buscar a esposa no Hospital Santo Antônio, onde ela trabalhava, por volta das 18h. Em seguida, a deixou em casa e foi para o espetinho do qual são donos. Ele aguardava pela mulher, que não apareceu.
Segundo a Polícia Judiciária Civil (PJC), Ele não estranhou o fato porque pensou que ela tinha ido à igreja. Certo tempo depois, o homem disse que começou a ficar preocupado devido à demora.
Ao retornar para casa, o marido alegou que encontrou a caminhonete do casal estacionada e a residência trancada.

Ele relatou que ao entrar notou que faltavam roupas e dinheiro. Ele disse que pegou a chave reserva para abrir o carro, onde percebeu manchas de sangue e fios de cabelo. 

 

 

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