10.01.2017 | 09h50


EM NOME DO VLT

Emanuel e WS 'encerram campanha' e vão cooperar para retomar obra

Emanuel Pinheiro e Wilson Santos garantem que as rusgas da campanha para prefeito, vencida por Emanuel, ficaram no passado


DA REDAÇÃO

Em nome da retomada das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, o primeiro encontro de Wilson Santos (PSDB) e Emanuel Pinheiro (PMDB), como secretário de Cidades e prefeito da Capital, colocou fim à rivalidade de campanha e deu início a um relacionamento institucional, em prol do modal.

"Nós vamos cumprir o decreto, e eu pessoalmente não vejo nenhuma declaração de guerra nisso. E nós vamos humildemente cumprir e afinar as nossas relações, fazer sintonia fina com a Prefeitura e é isso que a sociedade quer que a gente dê as mãos e marchemos no mesmo sentido”, declarou Wilson.

Até mesmo o decreto publicado por Emanuel Pinheiro, em seu primeiro dia de gestão, que proíbe o Estado de fazer obras em Cuiabá, sem a autorização da Prefeitura, foi tratado com boa aceitação por parte do secretário de Cidades, que prometeu cumprir a determinação.

“Vamos respeitar a autoridade do prefeito. Ele foi escolhido legitimamente num processo longo e difícil eleitoral, e é uma decisão da sociedade cuiabana, quando delegou a ele a prerrogativa de dirigir a cidade. Nós vamos cumprir o decreto e eu, pessoalmente, não vejo nenhuma declaração de guerra nisso. E nós vamos, humildemente, cumprir e afinar as nossas relações,  fazer sintonia fina com a Prefeitura e é isso que a sociedade quer que a gente dê as mãos e marchemos no mesmo sentido”, declarou Wilson.

“O que Cuiabá queria era isso, participar ativamente, estar dentro do processo e não à margem do processo, como vinha sendo feito em passado recente", disse Emanuel.

O prefeito também afirmou que a rivalidade da campanha pela Prefeitura de Cuiabá, que disputou com Wilson, está superada. “Não tem terceiro turno”, disse o peemedebista, que observou ainda que "é hora de unir forças".

Emanuel se mostrou satisfeito quanto ao entendimento do Governo, sobre o decreto de chamou de “coqueluche”.

“O que Cuiabá queria era isso: participar ativamente, estar dentro do processo, e não à margem do processo, como vinha sendo feito em passado recente. Cuiabá dentro do processo é parceiro. Pode contar conosco porque o que queremos é o VLT andando aqui em nossa cidade”, completou Emanuel.

Sobre o VLT, o tucano explicou a obra deve ser retomada no primeiro semestre de 2017, mas antes é preciso que a Justiça homologue o acordo feito entre Governo do Estado e o Consórcio VLT sobre o pagamento.

“Só não podemos anunciar esse valor porque será submetido à apreciação do Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público Estadual. E só vamos retomar a obra após o acordo ser homologado pela Justiça”, disse o secretário.

Para a retomada, o Estado já montou equipe especializada no modal e busca novo empréstimo junto ao Governo Federal para concluir o sistema de transporte projetado para ficar pronto antes da Copa do Mundo, realizada em junho de 2014. 

No encontro, Wilson apresentou ao prefeito a atualização sobre a negociação com o consórcio, e estabeleceu um pacto de prioridades para as obras.











(2) COMENTÁRIOS

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Eduardo Alvarenga  10.01.17 13h27
E a Sociedade, será que ela esta querendo VLT mesmo? qual será o custo da passagem? Eu particularmente prefiro o BRT. Mais uma vez o povo Cuiabano poderá ficar de fora; isso precisa de uma consulta pública,

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ernestogvt  10.01.17 13h26
A verdade doi. Mas vamos falar Wilson Santos se esburrachou com o Governador. Olha com um amigo Governador do Estado como este, nem precisa ter inimigo. Taques explode mais do que banco por assaltantes.

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