01.04.2018 | 07h50


DORES NO CORPO

Traumas antigos podem afetar físico no presente e no futuro; veja vídeo

O fisioterapeuta Igor Vilela comenta que o corpo pode criar uma cicatriz patológica a partir de determinado acontecimento, são memórias que se instalam provocando sintomas.


DA REDAÇÃO

A articulação entre memórias, emoções e dores encontra resposta na fisioterapia, mais especificadamente na microfisioterapia e na leitura biológica, técnicas europeias, que recentemente foram desenvolvidas no Brasil.  Em entrevista ao , o fisioterapeuta Igor Vilela detalha cada uma delas e seus benefícios para a recuperação da saúde. 

"A microfisioterapia é uma técnica de terapia manual em que buscamos a causa da dor. Muitas vezes a causa da dor não é apenas muscular, pode ser também de origem tóxica ou emocional", diz o especialista.

"A microfisioterapia é uma técnica de terapia manual em que buscamos a causa da dor. Muitas vezes a causa da dor não é apenas muscular, pode ser também de origem tóxica ou emocional. Ao acessar o corpo, por meio de toques, vamos descobrir a causa. Ás vezes a dor é recente e a causa é mais antiga", diz o especialista.

Ele comenta que o corpo pode criar uma cicatriz patológica a partir de determinado acontecimento, são memórias que se instalam provocando sintomas. Ao encontrar tais traços, movimentos manuais estimulam a auto-correção para restabelecer as funções do organismo. "A dor física pode ter sido causada pela via emocional sim".

Já a leitura biológica,  por meio da observação dos sinais e sintomas do paciente, busca compreender a relação entre as emoções e patologias. Uma vez detectada a causa serão utilizados recursos neuro linguísticos para o processo de autocura.

Para Igor, um dos grandes problemas da população é o stress, a resolução de conflitos. "O corpo é um calendário. Muitas questões são originárias de resolução de conflito pessoal, quando você foi pego de surpresa e podem desencadear doenças e dores. A gente consegue passar para o paciente quando ela começou. Por exemplo. na época em que se era adolescente, pois está tudo registrado na memória que temos no corpo. Pesquisa aponta que nossa pele é um HD externo e possui memórias". 

Confira a entrevista na íntegra:

 











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