18.07.2019 | 11h00


DURANTE TRANSFERÊNCIA

Bandido que arrancou coração da tia enforca e tenta matar preso

A tentativa de assassinato aconteceu no início da tarde de quarta-feira (17) e foi flagrada por um agente penitenciário que ouviu gritos de socorro de dentro do camburão.


DA REDAÇÃO

Lumar Costa da Silva, 28 anos, tentou matar enforcado outro preso, identificado pelas iniciais  R.R.S., 19 anos, com quem dividia a cela-camburão no início da tarde de quarta-feira (17), durante processo de triagem, na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (presídio “Ferrugem”), em Sinop (500 km da Capital).

Segundo informações, um dos agentes penitenciários que fazia a triagem teria ouvido gritos de socorro vindos de dentro da cela. Ao conferir o que estava acontecendo, flagrou Lumar enforcando o preso.

Ao ser advertido pelo agente, Lumar disse que iria quebrar o pescoço de R.R.S. O motivo da briga entre os dois não foi informado.

Foi registrado boletim de ocorrência sobre o fato e o acusado foi remanejado para outra cela da penitenciária, onde está sozinho. 

Lumar estava preso no Centro de Ressocialização de Sorriso (100 km de Sinop) e foi transferido a pedido da direção da unidade prisional para o presídio 'Ferrugem" na última terça-feira (16), devido ao perfil violento do acusado que estava causando uma grande comoção pública na cidade.

O caso 

Lumar morava de favor na casa da tia Maria Zélia em Sorriso, após ter se mudado para Mato Grosso por tentar matar a mãe com um facão em São Paulo.

Nos primeiros dias na casa da tia, ele tentou assediar a neta dela, de apenas 7 anos. Após isso, a senhora ainda descobriu o envolvimento do sobrinho com as drogas, então teria pedido para que ele arrumasse outro lugar para ficar, pois não aceitava a situação.

Dois dias depois o assassino usou duas facas para matar a tia, uma para dar dois golpes e outra maior para abrir o peito dela. Após arrancar o coração da vítima, ele levou o órgão até a filha dela.

Na casa da filha, ele roubou um carro para fugir e ameaçou sequestrar a menina de 7 anos, caso não entregasse a chave do carro para ele. Veja o caso aqui.

“A pena será grande e pode chegar a 40, 50 anos de cadeia. Agora o Ministério Público vai analisar o inquérito policial. Se a promotora entender que está pronto para oferecer denúncia, ela oferecerá e encaminhará ao Judiciário. Mas se ela entender que faltam provas, ela devolve [o inquérito] para a delegacia e nós continuamos as investigações”, disse O delegado André Ribeiro disse, ao site local Portal Sorriso











(1) COMENTÁRIOS

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EDILAINE  18.07.19 20h23
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