02.01.2019 | 15h42


HERANÇA DE PEDRO HENRY

Governo acaba com OSS e assume gestão dos hospitais regionais

O Instituto Gerir foi contratado por R$ 53 milhões para administrar de maneira emergencial os hospitais regionais de Rondonópolis e Sinop, em janeiro do ano passado e era a última OSS em MT


DA REDAÇÃO

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo (PSB), anunciou que o Governo irá assumir a gestão dos dois últimos hospitais regionais administrados por Organizações Sociais de Saúde (OSS). As unidades de Rondonópolis (214 km de Cuiabá) e de Sinop (481 km da Capital) estão sob a gestão do Instituto Gerir.

Gilberto se dirige a Rondonópolis na tarde desta quarta-feira (02) para dar início às mudanças na gestão. “Primeiro, nós vamos a Rondonópolis, que é onde nós temos o maior problema no momento, e depois vamos a Sinop fazer a mesma coisa”, adiantou durante a posse dos secretários, na terça-feira (01).

As OSS estão presentes nos hospitais regionais desde 2011. Durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa, as organizações chegaram a administrar os sete hospitais do Estado.

Em junho de 2017, o Estado retomou as administrações dos hospitais regionais de Alta Floresta, Colíder e o Metropolitano de Várzea Grande, que eram geridos pelo Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (Ipas). O regional de Sorriso era gerido pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Humano e Social (INDHS) e também voltou à administração direta do Estado na mesma ocasião. No caso de Cáceres, a então gestora desistiu de comandar o hospital e o Estado assumiu a função.

O Instituto Gerir foi contratado por R$ 53 milhões para administrar de maneira emergencial os hospitais regionais de Rondonópolis e Sinop, em janeiro do ano passado.

Em dezembro de 2018, durante a transição, Gilberto Figueiredo adiantou ao que a possibilidade de unidades de saúde com mais de 100 leitos ficarem paralisadas – como é o caso destes hospitais – era, no mínimo, preocupante.

Ao assumir o cargo de secretário, ele adiantou que deve continuar a fazer um “diagnóstico profundo” da situação da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e, caso seja necessário, serão realizadas auditorias em contratos da pasta.

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(1) COMENTÁRIOS

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Marcel  03.01.19 13h13
Vamos ver qual sera o milagre. Assumir? Com qual pessoal? Começam as grandes promessas sem pe nem cabeça!!

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