16.01.2020 | 08h20


OPINIÃO / WILSON SOARES FUAH

Nunca estamos sozinhos

Durante a nossa caminhada vamos praticando atos inconscientes e atropelando pessoas

É sempre necessário desenvolvermos controles sobre os nossos impulsos, sobre os atos impensados, porque fatalmente esses lapsos, nos engrandecerão ou nos dominarão, e assim, pelos atos passados, passamos a ser escravizados por fatores externos não percebíveis.

Temos que estar preparado receber os benefícios com humildade, exercendo o sentimento mais edificante da vida, que é perdoar sempre as pessoas, porque sem que percebamos, em nossa vida estamos cercados de “anjos da guarda” e que sem esperar, aparecem na hora certa,  sempre a nossa disposição para entrar em ação em nosso favor, e no exercício da sua bondade infinita, podem até ferir o nosso orgulho “bobo”  e a nossa sensibilidade com pequenos atos aparentemente desconexos, pois às vezes por querer nos ajudar além do necessário, termina nos anulando, e dessa forma, produzirá desentendimentos desnecessários, e esses atos podem fazer com que pessoas classificadas como boas, possam ser mal entendida.

Durante a nossa caminhada vamos praticando atos inconscientes e atropelando pessoas, perdendo amizades, mas ao fim de cada etapa temos que saber  perdoar todos, mas nunca se esquecendo de perdoar a nós mesmos, porque senão ficará um sentimento de infelicidade doendo em algumas partes do nosso coração.

Às vezes levamos toda a nossa vida para construir um relacionamento de confiança máxima, quantas vezes ouvimos pessoas dizerem, “por você,  eu coloco as minhas mãos no fogo”, mas por um ato impensado ou uma aventura desnecessária, podemos destruir uma amizade em um segundo. Temos que ser vigilantes quanto aos nossos atos para não magoar aqueles que acreditaram em nós por uma eternidade.

A vida nos foi oferecida gratuitamente, por isso temos que aproveitar cada segundo, preenchendo cada vazio com atos edificantes na forma de aprendizado e com muito entusiasmo apaixonadamente oferecidos pelas emoções dos relacionamentos, pois quando estamos verdadeiramente ocupados e envolvidos na arte de viver, não temos tempo para ouvir as inverdades ou preocupar com as invejas do nosso sucesso, pois se você der ouvido para as coisas pequenas, não terá tempo para ouvir a voz do seu anjo da guarda, e ficará sem sintonia para ouvir a voz do seu coração, e por tudo isso, a sua fé ficará fraca para ouvir a voz de Deus.

Economista Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em   Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas. 

Fale com o Autor: wilsonfua@gmail.com     

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