10.01.2018 | 07h00


HERANÇA MALDITA

Russi diz que Governo administra MT com 'bombas' deixadas por Silval

O secretário da Casa Civil, Max Russi, se referiu às 141 leis de progressão de carreiras e de Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), aprovadas entre os anos de 2007 e 2014.


DA REDAÇÃO

O secretário da Casa Civil, Max Russi (PSB), afirmou que a atual gestão tem buscado administrar as “bombas” deixadas pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Segundo ele, boa parte da crise enfrentada pelo Estado é oriunda de leis criadas no Governo anterior e deixadas para a administração futura.

“O Silval pegou um momento de economia forte. Além disso, deixou um monte de ‘bomba’ para estourar no Governo seguinte. O próprio Fethab para os municípios não existia", afirmou Max Russi.

Ele se referiu às 141 leis de progressão de carreiras e de Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), aprovadas entre os anos de 2007 e 2014. Conforme o Governo, 83% delas tiveram impacto financeiro nos cofres públicos.

“O Silval pegou um momento de economia forte. Além disso, deixou um monte de ‘bomba’ para estourar no Governo seguinte. O próprio Fethab para os municípios não existia. Só no Governo Pedro Taques [PSDB] foram quase R$ 600 milhões pagos aos municípios. Fizeram a lei, mas que só iria vigorar depois de 2015, com outro governador. Fizeram mais de cem leis deixando reposições e aumentos, para o Governo seguinte”, disse Russi, em entrevista para a Rádio Capital FM.

Diante das dificuldades enfrentadas, o Governo estuda judicializar algumas das leis criadas, argumentando que algumas são inconstitucionais e tiveram falhas na criação.

Russi defendeu que mesmo com a crise, os salários dos servidores estão em dia, apesar de ser necessário o escalonamento nos meses de outubro e novembro. O mês de dezembro, por outro lado, ele lembrou, foi pago integralmente no dia 10.

“Pegamos a maior crise deste país. Se não tivéssemos um governo transparente, correto e honesto como o do Taques, a situação seria muito pior. Se estivesse do jeito que estava, teríamos muito mais dificuldades”, defendeu o secretário.











(5) COMENTÁRIOS

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Gilston  13.01.18 14h34
Se tivesse tão rui assim, ele ja teria saído do poder e do governo. Esta cara parece estar apaixonado por silval, não tem uma fala dele em que não sita a gestão anterior.Tambem puderam.... até eu fico com inveja de que INICIOU mais de56 obras gigante dentro de Cuiabá. Até Emanuel Pinheiro Já ta ganho do pedro taques. EP ja ta inciando 3 trincheira dentro de Cuiabá em um ano de prefeitura uma beira rio ponte Sergio mota, outra av Itália com av das torres, a outra é estação tratamento esgoto cor rego da prainha beira rio, e o Taques ha 4 anos no governo nada passa vida falando do Silval.NÃO ADINATA ESPERNIAR, AS OBRAS QUE AI ESTÃO, SÃO TODAS DO SILVAL BARBOSA. BOAS OU NÃO, MAS É DELE.

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Leandro  11.01.18 13h19
Se é tão ruim assim administrar as bombas pq se reeleger? Sai fora desse problema ué. Papo pra boi dormir.

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Dr Davi  10.01.18 10h53
O governador Pedro Taques convocou aproximadamente 5 mil homens para a polícia militar, corpo de bombeiros e polícia civil no primeiro ano de mandato, aumentou os contratados de 5 para 15 mil e aumentou os valores das DGA s (indenizações) aos ocupantes de cargos de confiança. Realizou concurso para mil vagas para o Sistema Prisional ano passado, concurso pra PGE. Antes de assumir o governo criticou a denúncia fiscal concedida a grandes empresários e ao agronegócio, mas manteve todas. Silval não tem culpa sobre a situação atual. Pedro Taques precisa assumir a responsabilidade pelas suas más escolhas.

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JONH DOE  10.01.18 10h48
E quem vai administrar as deixadas por este governo samaritano?

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Jorge Merquiades  10.01.18 08h01
Senhor Secretário; agora "Inês" é morta ..... a judicialização deveria ter ocorrido no primeiro ano desta gestão. Grande maioria era sabedora que tais "acordos" não possuiam "lastro" legal, porém; o discurso de governo era que o VLT seria concluído e os "acordos" com as categorias ...... "mantidos"!!!! Agora que a situação descamba a cada dia mais; se fala em reagir. Continuam a falar em "crise". Contudo; faltou e falta visão administrativa aos nossos gestores, pois; como se justifica o orçamento de 2018 ser dez por cento maior que o de 2017 .... que não se realizou a contento??? Apenas para exemplificação: os dois principais Municípios de Mato Grosso - Cuiabá e Várzea Grande - apresentaram para o ano de 2018; orçamento em montante inferior ao de 2017 mesmo, não se valendo a toda hora do discurso da crise nacional. Temos "crise" sim; crise de Gestão.

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