30.04.2019 | 07h00


SENADO

Júlio afirma que DEM quer candidatura própria e aposta em Botelho ou Garcia

Colocação do líder democrata é em caso de eleição suplementar ao Senado, se a senadora Selma Arruda tiver o mandato cassado no TSE.


DA REDAÇÃO

O ex-governador Júlio Campos, uma das principais lideranças do Democratas afirmou que a sigla terá um candidato próprio na disputa ao Senado, caso haja uma eleição suplementar em Mato Grosso.

Ele destacou que o DEM já possui três possíveis candidatos à disposição para concorrer ao Senado, que seriam o deputado Eduardo Botelho, o presidente regional da sigla, Fábio Garcia e ele mesmo: “O Júlio Campos está à disposição do partido, se convocado, para disputar a vaga. Isso se houver a eleição, pois você sabe como é o TSE, que pode alongar o prazo para o ano que vem, como foi o caso do senador José Medeiros (Podemos), que levou quatro anos sem decisão do TSE”, ressaltou.

“O Júlio Campos está à disposição do partido, se convocado, para disputar a vaga. Isso se houver a eleição, pois você sabe como é o TSE, que pode alongar o prazo para o ano que vem", comentou Júlio.

Esse tipo de eleição pode acorrer se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), que cassou o mandato de senadora da ex-juíza Selma  Arruda (PSL), pelos crimes de caixa 2 e abuso de poder econômico, por gastos antes do período permitido em campanha eleitoral.

A declaração vai de encontro com o que disse recentemente o governador Mauro Mendes, que avaliou que em caso de nova eleição, a tendência era de que o Democratas apoiasse o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) ao Senado.

No entanto, Campos ponderou que esse apoio não está garantindo, já que há um premissa do diretório nacional de que se houver a eleição suplementar, o DEM concorra ao cargo de forma majoritária.

“É normal que o governador fale isso, por gesto de simpatia ao Fávaro, mas na hora que o partido tiver o seu candidato eu tenho certeza absoluta que ele [Mauro Mendes] vai se enquadrar nas normas partidárias”, destacou Júlio em entrevista à Rádio Capital FM (101.9).

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