14.11.2017 | 09h27


PRESIDENTE DO TCE

Campos Neto quer diálogo com Taques e diz que momento é de paciência

O conselheiro eleito presidente do TCE comentou que o momento é de ter serenidade para reconstruir a imagem do TCE e paciência para lidar com a crise financeira devido ao atraso no repasse de duodécimo.


DA REPORTAGEM

Eleito presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE), na manhã desta terça-feira (14), o conselheiro Gonçalo Domingos Campos Neto, que por dois meses ficou como presidente em substituição, e não teve concorrentes à vaga, prometeu relacionamento técnico e com muito diálogo junto ao Governo do Estado.

À imprensa Campos Neto, que foi o único conselheiro titular que não foi afastado do cargo durante a Operação Malebolge, comentou que o momento é de ter serenidade para reconstruir a imagem do TCE e paciência para lidar com a crise financeira devido ao atraso no repasse de duodécimo, feito pelo Governo do Estado.

Em seu discurso de posse, Campos Neto lembrou os ensinamentos do pai, Ary Leite de Campos, que há 12 anos presidiu o TCE (biênio 2004/2005). Ele disse que pretende fazer trabalho igual ou melhor do que o do pai, que presidiu a Casa por três vezes.

Na mesma sessão também foram eleitos por unanimidade, como membros da Mesa Diretora para o biênio 2018/2019: o conselheiro Luis Henrique Lima, como vice-presidente  interino e como corregedor interino, o conselheiro Isaias Lopes da Cunha.

O presidente descartou enfrentar qualquer rejeição por parte dos servidores ou dos conselheiros do TCE, pois antes de ser conselheiro era funcionário da Casa e quando assumiu como presidente em substituição, teve o apoio maciço para ser efetivado no cargo.

Campos Neto é o 54º presidente eleito da Corte e foi o  único conselheiro titular que permaneceu após afastamento de outros cinco por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, na deflagração da Operação Malebolge, em setembro. Ele era o único apto a disputar a presidência e teve o apoio de todos os conselheiros interinos, aos quais agradeceu, destacando a importância da parceria para os trabalhos da Casa.

Os cinco conselheiros afastados foram: Antonio Joaquim, Sérgio Ricardo, José Carlos Novelli, Valter Albano e Waldir Teis. Eles foram citados na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Silval acusou os conselheiros de cobrarem R$ 53 milhões em propina para que eles não suspendessem o andamento do programa de asfaltamento MT Integrado.











(2) COMENTÁRIOS

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Julio Jose de Campos   15.11.17 12h32
Meus cumprimentos e votos de que cumpra com humildade, seriedade e competência a dificil missao de Presidir o querido Tribunal de Contas do Estado neste momento dificil que passa a nossa casa. Sucesso nestes 2018/19.

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luciano  14.11.17 10h21
Parabéns Neto, que deus lhe proteja em sua nova empreitada , seja humilde e faça uma ótima gestão a frente do TCE !

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