09.08.2018 | 17h20


SUMIU HÁ 46 DIAS

Rastreamento de passagens indica que piloto não saiu de Cuiabá

No último contato com a família, Felipe Meirelles informou que iria de Cuiabá a Goiânia em voo comercial e que de lá faria um voo a trabalho até Palmas, no Tocantins.


DA REDAÇÃO

A família do piloto Felipe Meirelles Zamberlan, 22 anos, desaparecido há 46 dias, recebeu a informação de que ele não teria sido passageiro de voo comercial de Cuiabá para Goiânia, como informado por ele. A afirmação foi feita ao pela mãe do jovem, Carmem Meirelles, que segue angustiada devido ao desaparecimento do filho.

"Ele chegou até Cuiabá, daí para frente ele deveria ter pegado um voo para ir até Goiânia e isso não teria acontecido. Ele não pegou o avião em Cuiabá para ir até Goiânia, e nem ônibus", contou.

Felipe saiu de ônibus de Sapezal para Cuiabá no dia 20 de junho, para depois pegar um voo para Goiânia, e de lá, conduziria um avião particular até Palmas, Tocantins. Mas, a família recebeu a informação de que não houve registro no nome dele nos voos realizados durante a viagem prevista até o sumiço dele.

"Ele chegou até Cuiabá, daí para frente ele deveria ter pegado um voo para ir até Goiânia e isso não teria acontecido. Ele não pegou o avião em Cuiabá para ir até Goiânia, e nem ônibus", contou.

O último contato do jovem com a família foi feito no dia 24 de junho quando faria um voo a trabalho de Goiânia até Palmas, no Tocantins. Ele havia dito que retornaria a Mato Grosso no dia 26 do mesmo mês, o que não aconteceu.

Carmem relembrou que antes de desaparecer, o filho teria retornado das últimas duas viagens a trabalho muito nervoso e irritado, mas ela não soube responder se a atitude dele tem relação com o desaparecimento.

"A gente sentia que ele estava nervoso nas últimas duas viagens que ele veio para casa. Estava comentando com minha filha: 'ele está muito nervoso, muito irritado'. A gente não sabe se estava acontecendo alguma coisa", disse.

Diante da falta de informação sobre o paradeiro, a família chegou de mandar um e-mail, na semana passada, para o Consulado do Brasil na Bolívia em busca de informações se ele teria passado pelo país, mas, até o momento a família não recebeu nenhuma resposta.

Ela conta que a família continua aguardando alguma notícia que possa informar o paradeiro do jovem.

"A gente não sabe o que aconteceu. Não sabe onde está, passa tanta coisa na cabeça da gente. Estamos esperando em Deus. Não tem o que fazer. Todo mundo está em oração. Não sabemos o que fizeram com ele. Está complicado. Isso nunca aconteceu na família", comentou.

Sem informações

Segundo a assessoria da Polícia Civil, o delegado que está à frente do caso, Valmon Pereira, ainda não conseguiu nenhuma informação nova que leve ao paradeiro do piloto. 

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