09.07.2017 | 08h00


CASA CIVIL

Interlocução do governo com poderes e sindicatos melhorou, avalia secretário

O promotor de Justiça que era secretário de Segurança Pública, chegou a pedir a exoneração, ao governador, do então secretário da Casa Civil.



O secretário da Casa Civil do Estado, José Adolpho de Lima, que assumiu o cargo, diante de uma crise política causada por denúncia de escutas telefônicas clandestinas, operadas pela Polícia Militar, releva em entrevista ao programa Conexão Poder, a dificuldade entre o ex-secretário Paulo Taques  e o promotor de Justiça, Mauro Zaque que, denunciou o caso.

José Adolpho confirma que Zaque chegou a pedir ao governador Pedro Taques (PSDBD) a exoneração do então  secretário da Casa Civil e que nos bastidores, os comentários foram de que o promotor queria comandar a principal secretaria do Governo.

Na entrevista, o secretário também comenta sobre os fatos que levaram à troca do comandante-geral da Polícia Militar e fala sobre o fato de ter sido o responsável por comunicar o governador sobre o vazamento de informações sigilosas, de operação policial contra militares, o que ocasionou a prisão de personalidades da alta cúpula da corporação.

José Adolpho ainda comenta como o Governo valia poder arrecadar “dinheiro novo” para investir na Saúde e qual a previsão para que o Estado possa voltar a quitar a folha salarial dentro do mês trabalhado.

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