21.01.2020 | 09h38


BRASIL FICOU NA 28º POSIÇÃO

Pesquisa elege o melhor país para se viver em 2020

A Suíça ficou com o topo da lista, mesma posição de 2019, seguida de Canadá, Japão, Alemanha, Austrália e Reino Unido.



Qual o melhor país pra se viver em 2020? A resposta está numa pesquisa chamada “Best Countries”, divulgada todos os anos pela empresa de consultoria BAV Group e pela Wharton School da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

O ranking escolheu 73 lugares a partir das respostas de 20 mil pessoas de diferentes nacionalidades.

A Suíça ficou com o topo da lista, mesma posição de 2019, seguida de Canadá, Japão, Alemanha, Austrália e Reino Unido.

Os países europeus, sobretudo os escandinavos, aparecem nos primeiros lugares no ranking. China e Coreia do Sul também se destacam nas 15ª e 20ª posições.

Brasil

O Brasil foi considerado o 28º melhor lugar para se viver.

“É um dos principais destinos turísticos do mundo. Porém, o país do século XXI enfrenta questões sérias que envolvem pobreza, desigualdade, governo e meio ambiente”, considerou a pesquisa.

Já no fim da lista ficaram Ucrânia, Tunísia, Bielorrússia, Omã, Sérvia e Líbano.

O estudo explicou que a guerra civil na Síria “desencadeou uma violência sectária no Líbano”, e afetou os índices de bem-estar e desenvolvimento econômico do país.

Resultado

Os participantes tiveram que considerar 65 atributos diferentes de cada nação.

Os indicadores analisados vão muito além de renda per capita e qualidade do sistema público de saúde.

Quanto mais representativo de uma característica fosse um país em relação aos restantes, maior seria a sua nota nessa categoria, e vice-versa.

Entre os atributos estão:

  • Aventura – se o país é amigável ou se tem clima agradável
  • Cidadania – relação com direitos humanos, meio ambiente, igualdade de gênero, progresso e liberdade religiosa;
  • Influência cultural – se o país é culturalmente significante e influente em termos de entretenimento;
  • Empreendedorismo – ligação com o resto do mundo, nível de educação da população, como é a força de trabalho qualificada;
  • Herança – se é culturalmente acessível, se tem uma histórica rica e muitas atrações culturais;
  • Abertura para negócios – corrupção, práticas transparentes de governo, impostos e burocracia;
  • Poder -liderança, influência econômica e política, fortes alianças internacionais e forças armadas;
  • Qualidade de vida- se tem bom mercado de trabalho, boa estabilidade econômica e política, bom nível das redes públicas de saúde e educação, bom ambiente familiar e segurança;
  • Expectativa de crescimento econômico – poder de compra.

Meta

O peso de cada um desses subrankings na lista global de melhores países foi calculado a partir dos dados de produto interno bruto (PIB) em paridade de poder de compra (PPC) divulgados pelo Fundo Monetário Internacional em 2017: categorias menores que tivessem uma relação mais forte com esse medidor de riqueza ganharam um peso maior.

“O projeto Best Countries foi desenhado para ajudar cidadãos, líderes de negócios e políticos a entenderem melhor como suas nações são vistas em uma escala global”, diz uma seção da pesquisa.

“As informações por trás da lista podem ajudar a se determinar as possibilidades atuais e futuras do sucesso econômico, político e cultural de um país, e podem ser usadas como uma ferramenta de tomada de decisões estratégicas.”











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