14.01.2019 | 14h07


FOI DEMITIDO

Psicóloga denuncia assédio sexual em Hotel e acusa funcionário do Mixto E.C

De acordo com a vítima, o caso foi registrado no domingo (13) quando seguia para um curso direcionado a psicólogos recém-formados realizado no local.



Uma psicóloga de Cáceres, de 22 anos, afirma ter sofrido assédio sexual dentro do Hotel Paiaguás, localizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA). A situação aconteceu na manhã de domingo (13). O acusado é um funcionário do Mixto E.C. o time está no Hotel. A informação é de que o funcionário, que não teve o nome revelado, já foi demitido pelo clube. 

O CASO

Ao , a vítima revelou que estava no prédio para um evento direcionado a psicólogos recém-formados quando foi assediada por um dos hóspedes.

“Fui parar no 9º andar e saí [do elevador] ao pensar que estava na sala do curso, mas não era. Perguntei [informações] e ele (o assediador) respondeu que me levaria [ao local]. Nisso, pegou na minha mão, passou a acariciar e foi me levando para uma parte onde estavam os quartos de hóspedes, creio que era o quarto dele porque não tinha mais saída. Foi aí que me toquei que ele estava me levando para o quarto. Pedi licença e voltei ao elevador”, conta a vítima.

Ele pegou na minha mão, passou a acariciar e foi me levando para uma parte onde estavam os quartos de hóspedes, creio que era o quarto dele porque não tinha mais saída. Foi aí que me toquei que ele estava me levando para o quarto. Pedi licença e voltei ao elevador”, conta a vítima.

No entanto, o homem ainda teria entrado com a psicóloga dentro do elevador.

“Entrou comigo. Não tinha ninguém e ele apertou outro andar. Dentro do elevador me mandou pegar, outra vez, na mão dele e disse ‘confia em mim’. Eu recusava. Em seguida, a porta abriu e ele viu um idoso e um menino, foi quando desci e esperei outro elevador e ele foi para onde queria”, detalhou.

A mulher descreve que o homem era negro e tinha 1,90 cm de altura. A procurar a direção do hotel, segundo a psicóloga, o responsável disse que liberaria as imagens do circuito interno de segurança, mas só com boletim de ocorrência.

A psicóloga registrou o boletim de ocorrência que foi encaminhado para a Delegacia da Mulher, que vai investigar o caso, mas com estava com passagem comprada para retornar à sua cidade foi orientada a dar prosseguimento na denúncia em Cáceres.

Outro lado 

Ao , a direção do hotel informou que deu assistência necessária para que a cliente fizesse o boletim de ocorrência. O hotel também afirmou que aguarda as investigações da Polícia Civil para fornecer as imagens do fato.

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