12.07.2020 | 09h20


POLÍCIA / AMPLIAÇÃO DE CASA

Proprietária rompe contrato e homem diz que vai chamar 'galera' para derrubar tudo

Com o fim do prazo para conclusão da obra, a mulher propôs pagar metade do valor acordado, o que não foi aceito pelo contratado, quando iniciou a discussão com ameaças e agressões físicas


DA REDAÇÃO

Um desacordo sobre pagamento da obra de ampliação uma casa terminou em ameaça e discussão entre a compradora e o antigo dono do imóvel na manhã deste sábado (11), em Rondonópolis (212 km de Cuiabá).

A mulher relatou aos policiais que comprou o imóvel do acusado e, antes de entrar na casa, fez um acordo para que ele realizasse serviços de ampliação na estrutura. Ele faria uma cozinha americana, uma lavanderia, um banheiro externo, uma passarela com acesso da casa ao portão principal, a instalação de um portão, reboco do muro frontal, calçada externa, além da instalação de esgoto, hidráulica e elétrica, deixando o imóvel rebocado e no contrapiso.

Foi acordado o valor de R$ 5 mil, tendo o prazo inicial no último dia 26 com a finalização e entrega na quinta-feira (8). A mulher pagou como entrada o valor de R$ 2,5 mil, ficando a última parcela para ser paga com a finalização da obra.

Ainda segundo a mulher, com o fim do prazo a obra não havia sido finalizada, além de constatar que houve desperdício de material. Ela entrou em contato com o acusado e questionou sobre o andamento da obra. Ela relata que ele não deu explicação satisfatória e, com isso, pediu para que ele fosse até o local para acertar o que devia.

Ela conta que ao ser informado que estaria rompendo o acordo, pois não estava satisfeita com o andamento da obra, o homem exigiu o valor total da última parcela (R$ 2,5 mil). Ela, no entanto, se ofereceu a R$ 740, que era o valor que entendia ainda estar devendo. Ele não concordou com a proposta e teria dito que iria chamar uma galera para derrubar tudo o que havia feito.

O marido da mulher interveio na discussão. O acusado partiu para cima dele e para tentar se defender, o marido da mulher tentou dar um soco no homem, mas não acertou. Nesse momento, o acusado teria pego uma cavadeira manual e acertado o braço do marido da mulher.

No Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), o homem contou que foi acordado, após a venda da casa, a construção da obra, mas que ele não conseguiu terminar no prazo estipulado devido a problemas pessoais, porém contratou quatro pessoas para finalizar o projeto e que foi surpreendido pelo rompimento do contrato. Ele contou que havia realizado quase toda a obra e não concordou com o valor proposto e, por isso, iniciou a discussão.

Diante dos fatos todos foram encaminhados ao Cisc. O boletim de ocorrência foi registrado na 1° Delegacia para providências.











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