26.05.2020 | 15h35


POLÍCIA / AMOR BANDIDO

Presidiário manda matar ex da namorada virtual por ciúmes; veja fotos

Em liberdade condicional há poucos dias, Rogerinho foi preso novamente, em ação da Polícia Civil de Sorriso, apontado como mandante do assassinato do mecânico Alisson.


DA REDAÇÃO

Rogério da Cunha Souza, 27 anos, mais conhecido como “Rogerinho”, foi preso durante ação da Polícia Civil na manhã desta terça-feira (26) apontado como mandante do homicídio do mecânico de motos Alisson Alexandre Rodrigues Pinheiro, 25 anos, no dia 27 de fevereiro na oficina da vítima na Rua São Cristóvão, bairro São Domingos, em Sorriso (420 km da Capital).

A motivação do crime, segundo investigações da Divisão de Homicídios da Polícia Civil de Sorriso, seria passional, ocasionado por ciúmes, já que Rogerinho, que estava preso à época do crime no Centro de Ressocialização de Sorriso (CRS), estaria se relacionando, virtualmente, com a ex-namorada de Alisson e de dentro da cadeia teria mandado matar o mecânico.

De acordo com a ocorrência, durante as investigações foi apurado o envolvimento de Rogério, que tem várias passagens criminais por tráfico de drogas e tentativa de homicídio.

Em 2017, Rogerinho foi preso, no entanto algum tempo depois, conseguiu fugir da cadeia ao serrar a cela. Cerca de um mês depois, o acusado foi recapturado e ficou preso até este mês, quando saiu com medidas cautelares usando tornozeleira eletrônica, que no momento da prisão estava desligada.

A morte de Alisson 

Alisson estava em casa, onde também funcionava a oficina de motos, quando o local foi invadido por dois bandidos em uma motocicleta, que executaram o jovem com três tiros, sendo que um disparo atingiu o rosto do mecânico.

RepórterMT/Reprodução

Alisson também tinha passagens criminais por roubo e receptação.

Na residência, além da vítima fatal estavam mais duas pessoas, que não sofreram nenhuma agressão.

Vizinhos que ouviram os tiros acionaram as autoridades. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a DHPP estiveram na cena do crime para fazer a perícia e colher evidências que apontem as circunstâncias do crime.

Após os procedimentos técnicos, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia. 

Alisson tinha várias passagens criminais, sendo a maioria pelos delitos de roubo e receptação.

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