07.10.2010 | 15h39


POLÍCIA

Polícia Federal deflagra operação de combate a crimes ambientais em Aripuanã



Da Redação

A Polícia Federal, por meio da Operação Arco de Fogo e Superintendência Regional do Mato Grosso, juntamente com Força Nacional, Ibama e Funai, deflagrou no dia de hoje, 07/10/2010, a Operação Fazenda Brasil, que cisa reprimir crimes ambientais no município de Aripuanã/MT.

Na “Operação Fazenda Brasil” a PF está dando cumprimento a 08 (oito) mandados de prisão preventiva e 08 (oito) mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da 5ª Vara Federal de Cuiabá/MT. Até o momento 06 (seis) pessoas foram presas e no cumprimento dos mandados de busca e apreensão foi encontrada farta documentação, a qual será oportunamente analisada pelos investigadores e peritos da Polícia Federal de Mato Grosso.

As investigações que culminaram na “Operação FAZENDA BRASIL” vêm sendo realizadas pela Polícia Federal desde o mês de Agosto/2010, quando foram flagrados 10 (dez) caminhões carregados de toras de madeira saindo da Terra Indígena Aripuanã, habitada por índios da etnia Cinta Larga. Durante este período foram presas 15 (quinze) pessoas e apreendidos 02 (dois) tratores de pneus, 02 (dois) tratores esteiras, 11 (onze) caminhões e 02 (duas) caminhonetes, além de grande quantidade de madeiras em toras, as quais ainda estão sendo contabilizadas pelo IBAMA (medição da cubagem das madeiras apreendidas). Ressalta-se que no dia de hoje, 07/10/2010, a PF realizou nova incursão no interior da Terra Indígena Aripuanã, logrando êxito em apreender 02 (duas) máquinas – um trator esteira e um trator de pneu – que estavam em plena atividade.

Nas investigações foi identificada a atuação de uma verdadeira Organização Criminosa comandada por um grupo de madeireiros da região de Aripuanã/MT, responsável pelo aliciamento dos índios e pelo furto da madeira no interior da da Terra Indígena Aripuanã, de propriedade da União. Impende ressaltar que a referida Organização Criminosa agia de forma intimidadora, ameaçando servidores públicos responsáveis pela fiscalização ambiental na região e coagindo os próprios índios.











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