09.10.2019 | 10h00


PROCURA-SE

Polícia divulga foto de ex-cabo condenado a 105 anos e fugiu da prisão

PM disponibiliza o número do Disque-denúncia 0800653939 e também o número de WhatsApp (65) 99987-0349 para que as pessoas que tiverem alguma informação sobre o paradeiro do bandido possam denunciar


DA REDAÇÃO

A Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) publicou, na terça-feira (08),  em sua página de procurados, a fotografia do ex-cabo da PM Helbert de França Silva, condenado a mais de 105 anos de prisão, por crimes de homicídio como integrante de um grupo de extermínio conhecido como ‘Mercenários’.

Na postagem, a PM disponibiliza o número do Disque-denúncia 0800653939 e também o número de WhatsApp (65) 99987-0349 para que as pessoas que tiverem alguma informação sobre o paradeiro do bandido possam denunciar e ajudar a Polícia Militar a prender o assassino.

Helbert de França Silva fugiu do Batalhão da sede do Batalhão da Rondas Ostensivas Tático Metropolitana (Rotam), onde estava preso em Cuiabá, 11 dias antes de ser submetido ao júri popular pela terceira vez esse ano. 

O júri popular estava marcado para o dia (17) deste mês, porém, Helbert fugiu durante a tarde do último domingo (06). Ele e ao agente prisional Edervaldo Freire seriam julgados pelo assassinato do gerente de vendas Eduardo Rodrigo Beckert, 35 anos, no centro de Várzea Grande, no dia 5 de abril de 2016.

Em nota enviada à imprensa, o Comando Geral da Polícia Militar explica que a fuga do ex-cabo está sendo apurada por meio de uma sindicância instaurada pelo comando do Batalhão Rotam, cuja tramitação tem o acompanhamento da Corregedoria Geral da PMMT. Diligências foram feitas em áreas do entorno, endereços de parentes e outros locais sem que o ex-militar fosse localizado. Em seguida, o comando da unidade formalizou comunicado da fuga ao Comando Geral. E na segunda-feira (07) foi formalizado o ocorrido à 1ª Vara Criminal de Cuiabá.

Mercenários

O MPMT aponta que o grupo “Os Mercenários”, formado por aproximadamente seis policiais, além de civis, se associaram mediante estrutura ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens de qualquer natureza, mediante a prática de assassinatos.

Conforme apurado durante as investigações, os integrantes do grupo possuíam todo um aparato para cometer crimes, como armamento sofisticado, rádio amador, silenciador de tiros e diversos carros e motocicletas com placas frias. Estima-se que dezenas de pessoas tenham sido vítimas do grupo. Veja matéria completa aqui.

 

 











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