28.01.2020 | 09h10


CASO ABSURDO

Pai droga a filha e estupra por cinco dias em condomínio da Capital

A vítima, segundo relatos, estava trancada dentro de casa e foi salva por um vizinho. Abusos ocorreriam cinco vezes ao dia.


DA REDAÇÃO

Um homem de 43 anos, que não teve a identidade revelada, foi preso em flagrante abusando sexualmente da filha adolescente, de 17 anos, na noite de segunda-feira (27), em um condomínio, na Capital. Os abusos estavam ocorrendo há cinco dias após o pai ter, supostamente, drogado a filha com medicamentos.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) foi acionada para atender um caso de estupro. Ao chegar ao local, a equipe encontrou a vítima na companhia das testemunhas.

Aos policias, a adolescente descreveu que na quarta-feira (22), seu pai lhe deu um remédio, o qual ela não soube informar, que a deixou sem sentidos e ela perdeu a consciência por algumas horas.

Ela acordou durante a madrugada sem roupas, momento que o acusado fazia sexo oral nela. Além disso, ela relatou estar com dores na genitália no momento em que despertou.

Desde então, a adolescente permaneceu em cárcere privado e os abusos foram diários. A vítima era violada até cinco vezes ao dia.

A testemunha ouviu gritos por socorro e, ao conversar com adolescente, a vítima disse que o seu pai tentou estuprá-la novamente, naquele dia. Diante disso, a garota entrou no banheiro e gritou por ajuda, momento em que o agressor a agarrou por trás e soltou apenas com a chegada da testemunha.

O abusador tentou fugir, mas foi impedido pela testemunha e pelo porteiro do condomínio, que resgataram a vítima.

A PM efetuou a prisão em flagrante e encaminhou o preso para Central de Flagrantes de Cuiabá.

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(2) COMENTÁRIOS

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Hugo  28.01.20 18h39
Traficante, estuprador não pode ter a imagem exposta, mas o policial pode? kkkkk Esse Brasil.

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Jorge  28.01.20 18h36
Se eu fosse um empresário forte também pagaria a imprensa para publicar minha versão dos fatos toda vez que eu entrasse em uma confusão. Só me falta o dinheiro. kkkkk

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