23.08.2010 | 15h40


POLÍCIA

Mortos do Baile Funk tinham passagem pela polícia

A festa Funk Furacão, que acontecia na boate Ibiza, era promovida por Paulo Ojeda. Ele convidou vários amigos, entre eles Carlos Willian. Os amigos não sabem dizer o motivo da briga, mas uma pessoa, que não que ser identificada, revelou que havia rivalidade entre o grupo do Parque Cuiabá e o do Tijucal.

O velório das vítimas foi na Capela Jardins e vários jovens foram ao local para prestar solidariedade. Os dois eram conhecidos na comunidade, mas tinham passagens pela Polícia pelos crimes de tráfico de drogas e roubo.

Outro lado - O advogado Sebastião Moura representa os acusados Jeferson Silva Gonzaga, "IF", e Rayanter Layone da Silva, 21. Ele relata que os dois estavam envolvidos na briga, mas não têm participação na morte de Paraguai e Dubrau. Conforme Moura, Jefferson estava no meio da confusão e ouviu os tiros. Ele não sabia que um dos amigos estava armado e como a ação foi rápida, não conseguiu identificar o autor dos disparos. Já Rayanter, estava dentro do carro, quando os amigos chegaram invadindo o veículo e pedindo para ele correr. O acusado pensou que estavam fugindo da gangue rival e seguiu até o bairro Parque Cuiabá onde foi preso.

Jefferson disse para o advogado que a versão de Rayanter é verdadeira. Segundo ele, após os tiros todos ficaram assustados e começaram a correr. O grupo percebeu o carro do amigo e todos entraram desesperados, pedindo para o rapaz sair rápido do local. IF já responde processo na Justiça por tráfico de entorpecentes e o amigo dele, Raoni Martins, suspeito de ser autor dos disparos, responde por assalto a mão armada.












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