07.01.2011 | 09h16


POLÍCIA

Imóveis podem ser desapropriados com força judicial, diz Agecopa

ROBERTA DE CÁSSIA    10h40
DA REDAÇÃO

"As desapropriações para viabilizar as obras estruturais da Copa serão feitas em prol da coletividade então, os proprietários que não concordarem com o valor oferecido na avaliação oficial terão que ingressar na Justiça", avisou Carlos Brito, diretor de Infraestrutura da Agecopa.


Segundo Brito, já está sendo licitada a empresa que fará o levantamento da geometria individualmente, para saber quanto (área) terá que ser desapropriado em cada local. "Há propriedades que será necessário só 5 metros, outros 10 metros, mas teremos que desapropriar todo o imóvel", disse Brito.

Os locais definidos, que sofrerão processo de desapropriação, são nas imediações das Avenidas Fernando Correa, Miguel Sutil, Rubens de Mendonça, Prainha, 15 de Novembro e da Avenida da FEB, em Várzea Grande.

Depois do relatório individual da geometria, virá o processo de avaliação oficial do valor venal do imóvel. Cada desapropriação será paga imediatamente à vista, ou seja, os proprietários não ficarão esperando para receber com precatórios do governo na mão. "O dinheiro já está disponibilizado dentro do pacote de R$ 2 bilhões para obras  de mobilidade urbana", comenta Carlos Brito. O prazo para concluir estudos e definições é de 12 meses.

O governo criou a Secretaria Extraordinária de Apoio Institucional às ações da Agecopa e PAC no prédio da antiga Secretaria Extraordinária de Projetos Estratégicos, que cuidará das desapropriações dos imóveis para as obras da Copa do Mundo de 2014 e será um canal direto com a Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal.

 











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