04.04.2020 | 11h50


POLÍCIA / INFÂNCIA CORROMPIDA

Homem é preso em casa após estuprar e ameaçar sobrinha de 13 anos

Acusado tinha mandado de prisão em aberto por crime de roubo, que foi cumprido na delegacia


DA REDAÇÃO

Um homem de 31 anos, nome não revelado, foi preso no final da noite dessa sexta-feira (03) após ser acusado de estuprar a sobrinha, de apenas 13 anos, dentro do banheiro da casa dele. O crime aconteceu na última sexta-feira (27), no bairro Carlos Bezerra, em Rondonópolis (212 km da Capital).

De acordo com a ocorrência, embora o crime tenha acontecido há cerca de uma semana, a garota só teve coragem de contar que foi vítima de abuso sexual nessa sexta-feira em conversa com a avó, que imediatamente comunicou o crime à mãe da menor.

A mulher procurou a 1ª Delegacia de Polícia Civil com a filha que relatou as circunstâncias da violência.

Segundo a vítima, ela e suas primas, filhas do acusado, estavam na casa da avó quando foram levadas de motocicleta para a casa da irmã do tio.

Em seguida, o homem chamou as meninas para dar uma volta de bicicleta. Então, saiu com a sobrinha e disse que voltaria depois para buscar as filhas.

O estuprador foi com a vítima de bicicleta em direção à sua casa. No endereço, ainda segundo a adolescente, o tio a empurrou para o banheiro, tirou as roupas dela, passou a mão pelo corpo, principalmente na região genital, quando consumou o ato com penetração.

Ao terminar ainda teria feito ameaças à garota para que ela ficasse com medo e não contasse a ninguém o que ele tinha feito.

Diante do relato, a Polícia Militar foi acionada. A mãe da menina disse não saber dizer o endereço do pedófilo, mas sabia como chegar lá.

A Polícia foi até o endereço e encontrou o acusado dormindo com a esposa. Ele foi preso por volta das 23h30 e encaminhado à delegacia para esclarecimentos dos fatos.

Durante os procedimentos na unidade policial foi consultada a identidade do homem no banco de dados da Justiça e foi verificado um mandado de prisão, por crime de assalto à mão armada.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente (DECA), investiga o caso.











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