05.10.2010 | 18h21


POLÍCIA

Empresário é solto após ficar 60 dias preso por engano



Da Redação - Julia Munhoz

O juiz da Vara Especializada conta o Crime Organizado de Cuiabá, José Arimatéa Neves Costa, determinou a soltura do empresário Celso Luiz Lodea, de Nova Ubiratã, preso há 60 dias por engano, acusado de fazer parte de uma quadrilha especializada em roubo, receptação e adulteração de carretas.

O empresário foi preso no dia 6 de agosto deste ano em Sorriso pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Ele foi flagrado na fazenda São Cristóvão, que é de sua propriedade, onde teriam sido encontrados um cavalo trator e três semirreboques roubados.

A defesa do empresário alegou que ele havia sido preso injustamente, pois os caminhões que foram apreendidos estavam na fazenda a pedido de Loidemar Silva Landefeldt, que também foi preso, proprietário da Buriti Transportes.

De acordo com informações do site Fatos em Dia, o magistrado não encontrou nenhuma evidência da participação do empresário e expediu no dia 1º de outubro o alvará de soltura de Lodea, que ficou dois meses no Presídio do Carumbé, em Cuiabá. Os demais integrantes da quadrilha continuam detidos.

O Gaeco prendeu os líderes da quadrilha que atuava há 13 anos em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais: o proprietário da Buriti, Loidemar Silva Landefeldt, conhecido como "Nico", morador de Rondonópolis, e Francisco Alcides de Farias, que encomendava os roubos.











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