11.11.2019 | 10h10


POLÍCIA / CRIME BANAL

Delegado diz que assassino de engenheira dirigia caminhonete emprestada

A caminhonete foi encontrada abandonada em um região de mata pela Polícia Militar na manhã de domingo (11).


DA REDAÇÃO

Jackson Furlan, acusado de matar a engenheira Júlia Barbosa de Souza, de 28 anos, na madrugada de sábado (09), dirigia uma caminhonete Toyota Hilux emprestada, no momento do crime. O caso aconteceu em Sorriso (397 km de Cuiabá), devido por causa de uma freada brusca no trânsito. 

As informações foram dadas pelo delegado André Ribeiro, em coletiva de imprensa, na manhã desta segunda-feira (11).

“É de outra pessoa. Pessoa de bem que emprestou a caminhonete para ele naquele dia, para que fosse trabalhar. Não há justificativa para tirar a vida de uma menina jovem e trabalhadora”, explica o delegado.

Jackson se entregou no início da noite domingo (10), na Delegacia de Polícia Civil do município. No entanto, o assassino permaneceu em silêncio, por decisão de seu advogado, durante o interrogatório. Ele está preso de maneira preventiva.

Leia mais: Acusado de matar engenheira em 'briga' de trânsito se entrega à polícia

O caso

O crime foi motivado por um “estresse” no trânsito. Júlia e seu namorado passaram numa conveniência para comprar chocolate. Ao saírem do local, transitavam em uma via e acabaram freando para evitar uma batida contra a traseira de um Volkswagen Gol.

Devido a esse movimento brusco, a Hilux em que estava à vítima fechou a caminhonete que vinha logo atrás, o que teria irritado Jackson. A partir desse momento, Júlia e o namorado passaram a ser perseguidos pelo acusado.

Em determinado momento, ele alcançou o veículo e atirou nas vítimas, acertando a cabeça da jovem.

Em diligências, a Polícia Militar (PM) encontrou a Hilux abandonada numa região de mata próximo ao Bairro Rota do Sol, em Sorriso.

Os policiais chegaram ao local por meio de denúncias de moradores da região. O carro estava a cerca de 40 km de uma entrada vicinal.

Eles consultaram a placa no sistema, mas não constava como veículo furtado ou roubado. Através de informações e imagens de vídeo do homicídio ocorrido no sábado, os policias constataram que tinha as mesmas características. 

Dentro da caminhonete foram apreendidos documentos e um envelope de depósito bancário, sem dinheiro.

O veículo foi retirado do local por um guincho.

 











(1) COMENTÁRIOS

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GILBERTO LUIZ SLIWIENSKI  11.11.19 10h47
Parabéns ao site por divulgar na íntegra o nome do assassino. Coisa que outros sites não fizeram, provavelmente por ser ele de família influente naquela cidade. Elementos como esse devem ser encarcerados, a sociedade como um todo não merece ter em seu meio um ser tão desprovido do conceito correto do que é viver em sociedade.

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