23.05.2019 | 14h14


PEDIA NUDES NO WHATS APP

Defensor público que assediou alunas de Direito é demitido

Professor do curso de Direito, Gonçalbert Torres de Paula, da La Salle, foi demitido seis dias após ser afastado das funções, após ser denunciado por duas alunas.


DA REDAÇÃO

O defensor público estadual e professor do curso de Direito da Universidade La Salle de Lucas do Rio Verde (a 333 km de Cuiabá), Gonçalbert Torres de Paula foi demitido, nesta quinta-feira (23). Ele havia sido afastado das funções na instituição após ter sido acusado de assediar duas alunas.

A informação da demissão do defensor foi comunicada pela instituição a todos os colaboradores e confirmada ao .

“Comunicamos que Gonçalbert Torres de Paula, Professor, admitido em 04/05/2016, deixou de fazer parte do quadro de colaboradores da Faculdade nesta data”, destaca o comunicado.

Conforme noticiado anteriormente, duas alunas teriam denunciado o professor. Ele é acusado de salvar contados das alunas, por meio de grupos de estudo no WhatsApp e passar a assediá-las com conversas de cunho sexual.

Nas mensagens ele chegava a pedir fotos delas sem roupa.

Mulheres solteiras e casadas seriam alvos do professor assediador.

Outras informações também apontam que o professor, em outras oportunidades, pedia carona “apenas para mulheres”, com da desculpa de estar com o carro estragado.

As alunas não quiseram se identificar, por medo. Em contato com a Polícia Civil, foi informado que nenhuma denúncia nesse sentido foi registrada pelas vítimas na delegacia da cidade.

A faculdade, por sua vez, disse que não compactua com esse tipo de situação e que os fatos estão sendo investigados.

A instituição também afirmou que Gonçalbert foi afastado assim que as denúncias chegaram ao conhecimento da unidade de ensino.











(2) COMENTÁRIOS

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Alex  28.05.19 10h38
Esse Gonçalbert é conhecido na faculdade ICEC de Cuiabá, onde, se procurarem, localização muitas alunas assediadas. A Defensoria de MT não verificou a vida pregressa desse indivíduo?

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Aderbal Ratzinger  23.05.19 14h44
A população aguarda uma posição da Defensoria Pública, seja da administração ou do núcleo de defesa da mulher. Seria isso acobertado pelo corporativismo? Nota pelo desfile da adoção fizeram rápido e sobre isso até agora nada.

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