11.07.2010 | 11h15


POLÍCIA

Caso Bruno: Macarrão teria ciúmes doentio do goleiro

O DIA ONLINE

Policiais não duvidam que Macarrão “assuma tudo” para tentar livrar Bruno. Ambos foram criados juntos em Minas. Há dois anos, já consagrado no Flamengo, Bruno passou a bancar um apartamento para o amigo na Barra.

Macarrão tem adoração por Bruno e chega a colecionar camisas usadas pelo goleiro. Além disso, há crises de ciúmes registradas em depoimentos feitos à DH de Contagem: o menor J. e Sérgio Rosa Sales Camelo, primos de Bruno, revelaram aos policiais atritos que tinham com Macarrão na disputa pela atenção do ídolo.

No mês passado, o amigo fiel chegou a tatuar nas costas: ‘Bruno e Maka - a amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir — amor verdadeiro’.

Entenda o caso

Eliza está desaparecida desde o dia 4 de junho, quando teria saído do Rio de Janeiro para Minas Gerais a convite de Bruno. No ano passado, a estudante paranaense já havia procurado a polícia para dizer que estava grávida do goleiro e que ele a teria agredido para que ela tomasse remédios abortivos para interromper a gravidez.

Após o nascimento da criança, Eliza acionou a Justiça para provar a suposta paternidade de Bruno.

No dia 24 de junho, a polícia recebeu denúncias anônimas dizendo que Eliza teria sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte.

Durante a investigação, testemunhas confirmaram à polícia que viram Eliza, o filho e Bruno na propriedade. Na noite do dia 25 de junho, a polícia foi ao local e recebeu a informação de que o bebê apontado como filho do atleta, de 4 meses, estaria lá.

A atual mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, negou a presença da criança na propriedade. No entanto, durante o depoimento dos funcionários do sítio, um dos amigos de Bruno afirmou que ela havia entregado o menino na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, onde foi encontrado.

Por ter mentido à polícia, Dayanne Souza foi presa, mas logo conseguiu a liberdade. Na manhã do dia 7 de julho, ela foi detida dentro de casa, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O bebê foi entregue ao avô materno. O goleiro do Flamengo e a mulher negam as acusações de que estariam envolvidos no desaparecimento de Eliza e alegam que ela abandonou a criança.











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