04.12.2019 | 15h30


CHRYSLER 300 C

Carro de rival de Arcanjo no jogo do bicho é viatura de luxo da Polícia; Veja fotos

O veículo pertence ao empresário Frederico Muller Coutinho e foi apreendido na Operação Mantos por, segundo a polícia, se tratar de produto de lavagem de dinheiro.


DA REDAÇÃO

Um veículo de luxo Chrysler, que pertencia ao empresário Frederico Muller Coutinho, passou a ser usado como viatura pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Frederico é apontando como rival de João Arcanjo Ribeiro no esquema do jogo do bicho em Mato Grosso.  Os dois bicheiros e outros acusados foram presos após a deflagração da Operação Mantus, em 29 de maio deste ano.

O veículo, conforme apurado pelo , é produto de lavagem de dinheiro e passará a ser usado pela Gerência contra a criminalidade.

Conforme o delegado Flávio Stringueta, o Poder Judiciário quem autorizou o uso do veículo pela instituição e, caso o acusado consiga recuperar o carro na Justiça, ele será devolvido.

RepórterMT

Frederico Muller Coutinho

Frederico Muller foi preso na Operação Mantus.

“Diante da atual crise financeira do nosso estado, e considerando que esses veículos, se não disponibilizados para as polícias, ficam nos pátios ocupando espaço, gerando transtornos e se estragando, a sua utilização tanto atende às necessidades estatais quanto as do seu proprietário, pois, em caso dele conseguir a sua restituição, o veículo, para ter sido utilizado pelas polícias, foram pelo menos conservados”, disse o delegado ao .

O veículo, conforme levantado pela reportagem, vale entorno de R$ 90 mil.

Operação Mantus

A Operação Mantus cumpriu 63 mandados judiciais, sendo 33 de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão domiciliar. As investigações iniciaram em agosto de 2017, conseguindo descortinar duas organizações criminosas que comandam o jogo do bicho no Estado de Mato Grosso e que movimentaram em um ano, apenas em contas bancárias, mais de R$ 20 milhões.

Uma das organizações, conforme a polícia, era liderada por João Arcanjo Ribeiro e seu genro Giovanni Zem Rodrigues, já a outra era liderada por Frederico Müller Coutinho.

 

Além de Arcanjo, Frederico e Giovane Zem, mais 30 pessoas foram indiciados por crimes de organização criminosa, extorsão, extorsão mediante sequestro, lavagem de dinheiro e contravenção penal do jogo do bicho.

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