04.02.2020 | 16h29


POLÍCIA / NO XADREZ

Assassino da Amarok é preso um ano após matar por causa de luz alta

Maruan Haidar Ahmed matou Fábio Batista da Silva após ele reclamar da luz alta de uma Amarok que incomodava clientes de uma conveniência em posto de gasolina de Rondonópolis.


DA REDAÇÃO

O juiz Wagner Plaza Machado Junior, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis (212 km da Capital), decretou na tarde desta terça-feira (04) a prisão de Maruan Fernandes Haidar Ahmed, 20 anos, acusado de assassinar Fábio Batista da Silva no dia 03 de dezembro de 2018, na conveniência de um posto de combustíveis do bairro Vila Aurora, onde a vítima lanchava com a família.

Maruan matou Fábio após a vítima ir até ele e reclamar da luz alta da Amarok, que o acusado jogou em cima dos clientes do estabelecimento.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o mandado de prisão foi cumprido na casa de Maruan, onde o acusado se entregou sem oferecer resistência.

Durante a ação policial, houve uma suspeita de tentativa de fuga por um carro de aplicativo, porém, na saída o carro foi abordado e o motorista explicou que foi ao endereço apenas deixar uma mulher. Durante a ocorrência, um outro carro, que pertence a um popular, bateu contra uma das viaturas que fazia cerco no local.

O acusado foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia Civil, onde será ouvido pelo delegado e ficar à disposição da Justiça.

Até a publicação dessa reportagem, a Justiça não havia divulgado o teor do mandado de prisão, já que havia uma decisão do Tribunal de Justiça impedido que Marun foi encaminhado para a cadeia.

Leia mais: Assassino da Amarok se entrega à polícia e deixa presídio pela 'porta da frente'

Entenda o caso

Maruan se entregou à polícia no dia 03 de dezembro de 2019, após ficar foragido por um ano e ainda assim seus advogados conseguirem um Habeas Corpus para o assassino responder em liberdade.

A decisão de livrar Maruan da cadeia, momentaneamente, é da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso que reconheceu o pedido dos advogados, que se basearam em laudos periciais, onde apontam que as digitais em uma garrafa de água e no volante da caminhonete não coincidem com as de Maruan.

Porém, ficou decretado, à época, que o acusado terá que cumprir medidas cautelares como entregar o passaporte à Justiça, usar tornozeleira eletrônica, se recolher em casa no período noturno, não manter contato com pessoas relacionadas ao processo, dentre outros.Veja reportagem completa.











(1) COMENTÁRIOS

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joana  04.02.20 16h51
ate que enfim

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