28.09.2019 | 11h12


R$ 56 MILHÕES

‘Vou cobrar até o último centavo’, diz prefeito sobre repasse atrasado da Saúde

O prefeito Emanuel Pinheiro destacou que Cuiabá carrega a Saúde do Estado nas costas e, por isso, precisa ter uma atenção maior.


DA REDAÇÃO

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) disse que vai cobrar até o último centavo da dívida de R$ 56 milhões que o Estado tem com a Saúde do Município.

Segundo o emedebista, no primeiro momento, a Prefeitura vai cobrar os R$ 40 milhões que já foram reconhecidos pelo governo e que no próximo momento discute o restante do débito.

“Cuiabá carrega Saúde do Estado nas costas e quero que equacione uma proposta, já fiz a proposta de fazer 10 de 4, 20 de 2 não tem problema, Cuiabá não pode abrir mão desse dinheiro que pertence à Saúde da população cuiabana. É sagrado. Não posso abrir mão dele [o dinheiro]”, frisou.

“O governo reconhece quase R$ 40 milhões, qual foi a minha contraproposta, vamos sentar e conversar pra começar o pagamento imediato dos R$ 40 milhões e as duas equipes técnicas financeiras sentam para fazer um encontro de contas dos R$ 16 milhões. O que não for devido a Cuiabá jamais vou cobrar agora o que for devido à população cuiabana, principalmente da Saúde. Vou cobrar até o ultimo centavo”, disse à imprensa durante um evento do MDB em Cuiabá ocorrido na última semana.

Pinheiro destacou que Cuiabá carrega a Saúde do Estado nas costas e, por isso, precisa ter uma atenção maior.

“Cuiabá carrega Saúde do Estado nas costas e quero que equacione uma proposta, já fiz a proposta de fazer 10 de 4, 20 de 2 não tem problema, Cuiabá não pode abrir mão desse dinheiro que pertence à Saúde da população cuiabana. É sagrado. Não posso abrir mão dele [o dinheiro]”, frisou.

O prefeito chegou a notificar o Governo sobre a dívida, mas alega que não recebeu uma resposta. Emanuel disse que pretende cobrar até o papa para que o dinheiro seja depositado nas contas da Prefeitura.

Além dos R$ 565 milhões, o Município pretende cobrar o pagamento de R$ 82 milhões referente à emenda destinada para compra de equipamentos do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

Ele contou que em 2017, durante a gestão de Pedro Taques (PSDB), o Estado usou o dinheiro para regularizar os repasses na área da Saúde dos municípios, como a obra do HMC ainda estava em execução, o Município autorizou o uso, desde que o Estado repasse futuramente o valor.

Por isso, foi feito um acordo em que o Governo pagaria o valor em 23 parcelas, o que, segundo o prefeito, não aconteceu.











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