10.07.2019 | 16h14


PROJETO DE REELEIÇÃO

Prefeito: Júlio e Jayme têm simpatia e Botelho é Emanuel desde criancinha

Apesar do incentivo, o prefeito diz que ainda não decidiu se irá enfrentar uma nova disputa à Prefeitura de Cuiabá.


DA REDAÇÃO

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que o presidente regional do PSB, deputado Max Russi, e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), declararam apoio, caso ele decida disputar novamente o comando da Prefeitura de Cuiabá nas eleições do próximo ano.

Além dos dois parlamentares, Emanuel também garante que terá na mesma base os irmãos Campos, Júlio e Jayme (esse último senador da República).

“O deputado Max Russi, por exemplo, quer porque quer, caso eu seja candidato, que o PSB nos apoie. Gosto de falar para não dizerem que estou inventado. O Botelho é declaradamente Emanuel Pinheiro, desde criancinha. Júlio e Jayme [Campos] tem uma simpatia enorme para que eu saia candidato”, comentou o prefeito.

“O deputado Max Russi, por exemplo, quer porque quer, caso eu seja candidato, que o PSB nos apoie. Gosto de falar para não dizerem que estou inventado. O Botelho é declaradamente Emanuel Pinheiro, desde criancinha. Júlio e Jayme [Campos] têm uma simpatia enorme para que eu saia candidato. O que eu posso fazer com essas manifestações espontâneas? Somente agradecer e ficar muito orgulhoso”, destacou.

Apesar de citar vários políticos que podem estar em seu arco de aliança, o prefeito evitou falar sobre um possível apoio do governador Mauro Mendes (DEM) e do suplente de senador e presidente do Democratas Fábio Garcia, após várias críticas contrárias feitas pelos políticos.

“No DEM a solução é Botelho, Júlio, Jayme Campos e dezenas de filiados que estão pedindo que eu seja candidato porque estão gostando da gestão”, pontuou.

No entanto, Emanuel garante que ainda não decidiu se irá enfrentar uma nova disputa por resistência da esposa Márcia Pinheiro. A primeira-dama já adiantou que o marido poderia não ser candidato à reeleição.

A fala ocorreu em março, após uma crise interna no MDB regada a duros embates entre o prefeito e o suplente de deputado Valtenir Pereira, que sonha ser prefeito da Capital.

"Realmente, eu não gostaria, mas é uma decisão dele. O político é o Emanuel. O Poder Executivo é bastante pesado; é difícil, são muitas demandas, sua vida privada é bastante invadida. Já são 30 anos de vida pública e a gente vai cansando”, avaliou a primeira-dama.

Porém, o prefeito fala que alguns líderes partidários que não participaram do arco de alianças em 2016, têm interesse em ajudá-lo neste pleito.

Quando foi reeleito, Emanuel teve o apoio de siglas como o PTB, PR, PMB, PROS, SD, PSC, PTC, PT do B, PPL, PP e PRP.

“Não decidi ainda. Tenho um problema em casa, que todos sabem. Não está decidido e peço compreensão aos companheiros. Agora, dialogar e fazer política são o que eu mais gosto de fazer. Mas o ano de 2020 é para 2020 e tenho compromisso com a população cuiabana”, finalizou.











(1) COMENTÁRIOS

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Regina Maia  10.07.19 19h08
O pior que e' verdade, pelo que converso e sinto realmente o DEM esta' totalmente brocha e sem entusiasmo em disputar a Prefeitura de Cuiaba' principalmente pela falta de participacao no Governo do Estado e pelo atual desgaste do Governador Mauro Mendes junto a sociedade cuiabana e Mato-grossense,por isso o DEM podera' apoiar o Emanuel.

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