22.08.2019 | 15h10


R$ 1 BILHÃO

Mauro corre contra o tempo para conseguir aprovar empréstimo até o próximo dia 2

Caso, o governo não consiga o montante terá que tirar dinheiro do caixa do Estado para quitar parte do débito com o banco americano.


DA REDAÇÃO

O governador Mauro Mendes (DEM) tem acompanhado minuto a minuto o andamento do processo para conseguir assinar o empréstimo com o Banco Mundial, no valor de U$ 250 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão). O valor será utilizado para quitar uma parcela do débito do Estado com o Bank of America que vence no próximo mês.

Caso, o governo não consiga o montante até o dia 2, terá que retirar o dinheiro do caixa para quitar parte do débito com o banco americano.

Segundo o governador, o ministro da Economia Paulo Guedes deu efeito suspensivo ao recurso impetrado devido o pacto assinado em 2017 que não foi cumprido. Mesmo assim, segundo Mendes, o pedido seguiu para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Caso consiga o aval da PGFN, o texto seguirá para Casa Civil, conseguindo aprovação, passa pela última etapa que é no Senado Federal.

“Nós estamos acompanhando pari passu. Se vocês olharem meu celular faço meia dúzia de ligações e 50 mensagem por dia sobre esse tema”, disse o govenador nesta quarta-feira (21).

No Senado, o governador explica que o pedido de empréstimo será analisado primeiramente pela Comissão de Assuntos Econômicos, sendo aprovado, segue para o plenário para debate e votação dos parlamentares.

A expectativa do Governo é que esse processo ocorra em tempo recorde, já que, tem apenas 12 dias para quitar uma parcela de R$ 140 milhões com o Bank of America. O empréstimo dolarizado contraído na gestão do ex-governador Silval Barbosa se estende pelos próximos três anos e meio. Em 2012, a dívida foi renegociada em U$ 478,9 milhões.

O secretário de Fazenda Rogério Gallo disse que caso o Estado consiga o empréstimo com o Banco Mundial, quitará parte da dívida dolarizada com condições melhores, como a possibilidade de alongar a dívida para 20 anos com juros menores, o que, segundo ele, representaria para Mato Grosso, nos próximos anos, uma economia de fluxo de caixa.











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