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18.09.2017 | 07h00


PODERES / EFEITO DELAÇÃO

Jayme avalia que exposição negativa de MT afugenta investidores

O secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos, se refere à repercussão negativa da delação do ex-governador Silval Barbosa, no cenário econômico do Estado.


DA REDAÇÃO

O secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos (DEM), avaliou como “pernicioso” para Mato Grosso os últimos acontecimentos, envolvendo a delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que culminou nas operações Descarrilho Malebolge, da Polícia Federal.

Para Jayme, a exposição negativa do Estado em nível nacional prejudica o setor econômico, pois afugenta investidores.

“Tem sido pernicioso para o Estado ser exposto em nível nacional toda semana, afugentando o capital privado e fazendo com que a sociedade passe a desacreditar realmente na classe política”, disse ele, nesta sexta-feira (15).

A delação de Silval serviu de base para a Operação Descarrilho, que investiga fraudes na contratação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no mês de agosto, e na Malebolge, deflagrada na quinta-feira (14), e que atingiu deputados estaduais, conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, prefeitos, empresários e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), todos alvos de mandados de busca e apreensão.

“Tem sido pernicioso para o Estado ser exposto em nível nacional toda a semana, afugentando o capital privado e fazendo com que a sociedade passe a desacreditar realmente na classe política”, disse ele.

Jayme pontuou que os culpados deverão prestar esclarecimentos e ser penalizados.

“É uma coisa que vai se estendendo e não sei onde vai parar. Mas, devemos confiar na Justiça para que desenrole os acontecimentos sem execrar aqueles que não têm culpa”, comentou o democrata.

Entre os envolvidos, muitos aliados ao governador Pedro Taques (PSDB) e Jayme considerou necessário que seja feita uma avaliação da base.

“Acho que chegou o momento para que o grupo político faça um balanço, para fazer novos encaminhamentos. É uma prática normal nas administrações, na medida em que acompanhamos os acontecimentos”, declarou o secretário.

Ele considerou, no entanto, que de forma geral, nada aconteceu ao grupo político.











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