17.11.2019 | 14h10


13° DOS SERVIDORES

Governo busca 'dinheiro novo' para pagar R$ 560 milhões em dezembro

O secretário de Fazenda, Rogério Gallo destacou que o compromisso do governo é pagar o 13° dos servidores no dia 20 de dezembro.


DA REDAÇÃO

O secretário de Fazenda, Rogério Gallo disse que o governo está trabalhando com várias alternativas para conseguir os recursos necessários para pagar o 13° salário dos servidores públicos até o dia 20 de dezembro.

Entre as medidas adotadas pelo Executivo, para arrecadar dinheiro, está o Mutirão Fiscal que acontece até o final de novembro. Segundo Gallo, nas primeiras duas semanas do evento o Estado conseguiu arrecadar R$ 39,078 milhões, valor bem abaixo do esperado, que é de R$ 250 milhões.

Deste total, R$ 24,468 milhões foram negociados à vista ou se referem à primeira parcela. O restante (R$ 14,61 milhões) entrará nos cofres estaduais parceladamente.

“Estamos trabalhando com várias alternativas e o Mutirão Fiscal é um deles. Nosso compromisso é pagar o 13° no dia 20 de dezembro”, acrescentou.

 

“Isso são ações que contribuem para o fortalecimento do nosso caixa para cumprir nosso grande objetivo no fechamento do ano que é o pagamento do 13°”, disse.

“Estamos trabalhando com várias alternativas e o Mutirão Fiscal é um deles. Nosso compromisso é pagar o 13° no dia 20 de dezembro”, acrescentou.

O Estado estima uma folha de R$ 560 milhões do 13°salário.  No lançamento do Mutirão, Gallo destacou que os recursos previstos para Mato Grosso da cessão onerosa do leilão do pré-sal, de R$ 322 milhões, não serão usados para pagar o salário e o 13°.

“Estamos trabalhando com outras estratégias, inclusive, do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA), o provisionamento de recursos do caixa do Tesouro do Estado, com o Mutirão Fiscal que são outras estratégias para que a gente consiga até o dia 20 de dezembro dar tranquilidade necessária aos servidores públicos e receber o seu direito que é o 13° na conta”, declarou.











(2) COMENTÁRIOS

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alexandre  18.11.19 11h35
mentira velha.. o dinheiro é entesourado todo o mês..

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Alberto  18.11.19 11h12
Esse é o recurso que vai embora com as isenções e renúncias fiscais que beneficiam o agronegócio e alguns empresários. Sem falar da sonegação e da divida ativa que só aumenta e ninguém cobra, cuja PGE o secretário Gallo faz parte.

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