05.07.2017 | 18h13


ESQUEMA DA FAESPE

Gaeco denuncia 22 por 'rombo' milionário na Assembleia e Tribunal de Contas

Eles são acusados de atuarem no desvio de R$ 3 milhões por meio de prestação de serviço fictícia em convênios firmados entre Faespe, Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas.



O Ministério Público Estadual (MP), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), denunciou, na tarde desta quarta-feira (5), 22 pessoas acusadas de atuarem no desvio de recursos públicos por meio de prestação de serviço fictícia nos convênios firmados entre Faespe (Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual) e diversos órgãos públicos entre os anos de 2015 e 2017.

Foram denunciados por crime de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro em continuidade delitiva: Claúdio Roberto Borges Sassioto, Marcos Moreno Miranda, Luiz Benvenuti Castelo Branco de Oliveira, José Carias da Silva Neto ,Karinny Emanuelle Campos Muzzi de Oliveira, João Paulo Silva Queiroz ,Jose Antonio Pita Sassioto ,Hallan Gonçalves de Freitas, Marcos José da Silva, Jocilene Rodrigues de Assunção, Marcos Antonio de Souza e Elizabeth Aparecida Ugolini. Já Marcos José da Silva e Jocilene Rodrigues de Assunção, além de responderem por todos os crimes acima, foram apontados no curso das investigações como os líderes da organização criminosa e também denunciados por falsidade ideológica. Já Eder Gomes de Moura responderá por corrupção ativa.

Foram acusados pelo crime de falsidade ideológica em continuidade delitiva: Lázaro Romualdo Gonçalves de Amorim, Alison Luis Bernardi,Nerci Adriano Denardi, Márcio José da Silva, Tschales Franciel Tschá, Drieli Azeredo Ribas, Marcelo Catalano Correa, Sued Luz e Odenil Rodrigues de Almeida.

Continuam presos Cláudio Roberto Borges Sassioto, José Carias da Silva Neto, José Antônio Pita Sassioto, Hallan Gonçalves de Freitas, Marcos José da Silva e Eder Gomes de Moura.

Os promotores do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) informaram à Justiça que será instaurado procedimento investigatório complementar para total elucidação dos fatos envolvendo a Faespe e outras instituições e entes públicos. Destacou também que houve o arquivamento das investigações por comprovar falta de envolvimento de Alysson Sander de Souza e Fabricio Ribeiro Nunes Domingues.











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