19.02.2020 | 15h23


PODERES / NA BOCA DO SAPO II

Emanuel diz que foi 'infeliz' ao falar de macumba e pede desculpas

Em nota, prefeito ressalta que usou a palavra no sentido figurativo e que respeita todas as religiões


DA REDAÇÃO

Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) afirma que foi "infeliz" ao fazer comentários, na manhã de hoje, sobre "macumba" que vereadores da oposição estariam fazendo contra seu governo.

O emedebista reforçou que respeita todas as religiões e que usou a palavra "macumba" no sentido figurativo.

“Reforça que respeita todas as religiões e que ao falar a palavra 'macumba' na forma figurativa, não afirmou em se tratar de nenhuma religião específica, e sim de uma possível intenção de prejudicar a gestão. Até porque, como é de conhecimento geral, a chamada 'macumba' não possui vínculo com nenhuma religião”, diz trecho da nota.

Ele ressaltou que comentou com a imprensa, na manhã desta quarta-feira (19), algo que haviam contado para ele e que em nenhum momento isso passou a ser relevante em sua gestão.

Durante inauguração de obras no bairro Jardim Industriário, o chefe do Executivo municipal disse que teve o nome amarrado na boca de um sapo para que as obras em Cuiabá não dessem certo. Leia mais

Veja na íntegra a nota do prefeito:

Nota Oficial

A respeito da entrevista concedida na manhã deste dia 19/02 sobre uma possível “macumba”. O prefeito Emanuel Pinheiro esclarece que:

- Foi infeliz ao fazer esse comentário;

- Reforça que respeita todas as religiões e que ao falar a palavra “macumba” na forma figurativa, não afirmou em se tratar de nenhuma religião específica, e sim de uma possível intenção de prejudicar a gestão. Até porque, como é de conhecimento geral, a chamada “macumba” não possui vínculo com nenhuma religião;

- Por fim, afirma que comentou algo que vieram lhe relatar, mas que em nenhum momento isso passou a ser relevante dentro da meta de fazer de Cuiabá uma capital mais humanizada e com qualidade de vida para a população.











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