14.01.2020 | 09h05


'DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA'

Emanuel chama servidora de 'farsante criminosa' e avisa que não ficará impune

Elizabete teria confessado que participou de uma armação contra o prefeito para prejudicá-lo politicamente. Ela acusou Emanuel de comprar voto de vereadores para cassar Abílio Júnior.


DA REDAÇÃO

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) chamou a servidora do Hospital Municipal São Benedito, Elizabete Maria de Almeida, que teria confessado que participou de uma armação contra ele, de “farsante criminosa” e “psicopata”.

Elizabete fez uma denúncia contra o prefeito sobre uma possível compra de votos dos parlamentares para cassar o mandato do vereador de oposição Abílio Júnior (PSC), alvo de um processo na Comissão de Ética, na Câmara de Cuiabá.

O emedebista classificou o ato cometido pela servidora como criminoso, perverso e de pura maldade.

“Farsante criminosa. Indignação e revolta por o que essa mulher fez patrocinada não sei por quem e ai as investigações vão desvendar. É um ato criminoso, perverso e de maldade pura. A que ponto chega a maldade do ser humano, a falta de limites e a vontade de destruir por destruir, de mentir, de caluniar, de inventar. Uma farsa criminosa, repugnante”, disparou o prefeito durante evento sobre instituição do Alvará de Construção Automático em Cuiabá.

“Uma coragem que beira à loucura. É uma psicopata. Não sei como que ela teve a coragem de fazer isso tudo, sabendo que era mentira. Ela sabia que era mentira. Uma pessoa dessa é normal?”, questionou.

Em novembro de 2019, Elizabete denunciou um suposto esquema de compra de votos ocorreu numa festa na casa do vereador Jucá do Guaraná (Avante), no condomínio Belvedere, na Capital.

No entanto, a servidora teria admitido em depoimento na Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), na semana passada, que teria participado de uma armação contra o emedebista.

Ao receber a notícia pela imprensa, Emanuel e seus advogados estão tomando as medidas cabíveis e afirmou que vai recorrer à Justiça “porque isso não vai ficar impune”.

O prefeito comentou que já pediu para que a Procuradoria Municipal de Cuiabá (PGM) fizesse um parecer sobre a situação dela e descobriu, extrajudicialmente, que o contrato de Elizabete terminou, por isso será exonerada assim que ela retornar da licença médica.

“Então, se expirou vai ser desligada naturalmente. Não vou ficar separando joio do trigo e não vou usar a máquina para perseguir por perseguir. Vai ser feito o que é de justiça. Uma servidora como essa não pode ter o contrato renovado, até pela conduta dela”, comentou.











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