20.09.2019 | 16h35


DOLEIRO NA CPI

Dilmar diz que depoimento de Funaro foi improdutivo e nega manobra

O deputado afirmou que as respostas do doleiro foram vazias e não irá agregar em nada o resultado final da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal.


DA REDAÇÃO

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM) disse que o depoimento do doleiro Lúcio Funaro à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal, na quinta-feira (19), não contribuiu aos trabalhos e foi improdutiva.

Ao , o deputado e membro da CPI disse que às respostas foram vazias e não irá agregar em nada o resultado final da comissão.

“Ele vai ajudar embaralhar o nada com nenhuma coisa. Não produziu nada. Não falou nada com nada, não disse nada, não agregou em nada. Foi improdutível”, frisou.

“Ele vai ajudar embaralhar o nada com nenhuma coisa. Não produziu nada. Não falou nada com nada, não disse nada, não agregou em nada. Foi improdutível”, frisou.

Dilmar ainda negou que tenha feito manobra ao sugerir que o depoimento de Funaro fosse de forma secreta. Ele contou que a proposta, apresenta em conjunto com os deputados Janaina Riva (MDB) e Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), foi baseada na segurança jurídica, pois, há uma delação do doleiro em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não tem nenhuma manobra. Não tem nada a ver com a questão de bloco, base ou oposição. Isso não existe. Não tem nada com liderança de governo e não veio orientação de ninguém, de nenhum partido e nem de governo, nada. O que ocorreu foi preocupação dos membros titulares da CPI da Sonegação de que queriam ter segurança jurídica para pegar uma pessoa que vai depor para CPI e está com delação premiada em julgamento no Supremo Tribunal Federal”, disse.

“A Procuradoria [da Assembleia] falou que tinha duas situações pra fazer: ou suspende (...) ou faz [audiência] reservada. Vamos fazer fechada, isso foi uma orientação da Procuradoria e tivemos essa precaução”, continuou.

O democrata ainda criticou a postura do presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSDB), em ter pedido o posicionamento do doleiro sobre a proposta apresentada. Para ele, o requerimento deveria ter sido discutido somente entre os membros, no entanto, negou magoas e disse estar em ‘paz’ com o tucano.











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