21.08.2019 | 17h47


PASSADO CRIMINOSO

Desembargadores citam crimes de Arcanjo ao negar pedido de liberdade

João Arcanjo Ribeiro foi preso no dia 29 de maio, após a deflagração da Operação Mantus. Ele é acusado de liderar o jogo do bicho, no Estado.


DA REDAÇÃO

Os desembargadores da Terceira Câmara Criminal, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) votaram em sessão do Pleno, na tarde desta quarta-feira (21), contra a soltura do ex-comendador João Arcanjo Ribeiro, acusado de liderar o jogo do bicho em Mato Grosso.

João Arcanjo foi preso pela Operação Mantus, da Polícia Judiciária Civil (PJC), acusado de comandar a organização criminosa, que atua no jogo do bicho. A prisão ocorreu no dia 29 de maio.

Em sua argumentação, a defesa de Arcanjo lembrou que no dia 7 deste mês, o mesmo Tribunal julgador concedeu recurso extensivo a Giovanni Zem Rodrigues, genro do ex-bicheiro, que também foi preso por integrar a organização Colibri.

Seguindo a mesma instrução do último HC negado, desembargador Rui Ramos Ribeiro, relator do caso, argumentou que não poderia conceder o benefício de soltura tendo em vista que Arcanjo já possui outras condenações penais e, quando em fase de semiaberto, acabou sendo novamente alvo de operação policial.

Dessa forma, os demais desembargadores acompanharam o voto do relator em afastar a hipótese de liberdade ao ex-comendador, tendo apenas o desembargador Juvenal Pereira da Silva, contrariado a votação dos colegas e votado a favor pela revogação.

No dia 16 deste mês, o ex-comendador tentou reverter à decisão que prisão no Superior Tribunal de Justiça ao qual manteve sua prisão pelo fato de participar dos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e jogo do bicho.

 A decisão foi proferida pelo ministro Ribeiro Dantas. Com mais essa, soma-se a segunda derrota de Arcanjo na Justiça para reverter pedido extensivo de habeas corpus em menos de 15 dias.











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