04.12.2019 | 12h45


USO POLÍTICO DA DEFAZ

Botelho cita falta de provas, mas avalia enviar denúncia de Emanuel contra Mauro ao MPE

Sem decisão definida, o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho, vai buscar orientação da Procuradoria do Legislativo. Ele ainda avalia a criar comissão para acompanhar o caso.


DA REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), disse que pode criar uma comissão para acompanhar a denúncia feita pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sobre suposto uso político da Delegacia Fazendária para tentar prejudicá-lo.

Sem rumo definido, o presidente disse que vai discutir o assunto com o procurador da Assembleia para tentar chegar a um encaminhamento. A intenção é enviar o documento para o Ministério Público do Estado (MPE).

“Não acredito. A polícia hoje é totalmente independente, caso de polícia é de polícia. Ninguém utilizou isso, nem o Silval quando era governador não utilizou a polícia, então não vejo essa possibilidade”, avaliou Botelho.

“O prefeito veio e protocolou essa denúncia. Vou chamar o procurador, vamos discutir com ele qual o encaminhamento. Possivelmente, vou passar uma cópia para os deputados e aí, depois, na semana que vem, talvez, a gente reúna e vê se vamos encaminhar para o Ministério Público”, disse à imprensa após a sessão desta quarta-feira (04).

Botelho explicou que o prefeito denunciou possível uso político da Polícia Civil após ter recebido informação de que a Delegacia Fazendária estaria sendo modificada porque os delegados negaram dar seguimento as investigações que poderiam prejudicá-lo ou sua gestão.

No entanto, o presidente da Assembleia não acredita que a Defaz tenha sido usada ‘politicamente’ para prejudicar o prefeito.

“Não acredito. A polícia hoje é totalmente independente, caso de polícia é de polícia. Ninguém utilizou isso, nem o Silval quando era governador não utilizou a polícia, então não vejo essa possibilidade”, avaliou.

Por fim, ele falou que a denúncia de Emanuel não tem os fundamentos necessários para instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

“Para criar uma CPI tem que ter argumentos e fatos concretos para se criar uma CPI e não tem, então não vejo necessidade”, explicou.











(2) COMENTÁRIOS

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Ouvido seletivo   04.12.19 19h44
Credibilidade ......este é o elemento ausente na pessoa do chefe do executivo! É o famoso ditado.....onde há fumaça ha fogo. Outro ditado; o uso do cachimbo põe a boca torta.

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cuiabano  04.12.19 13h34
Vejo tudo isso como uma grande estratégia do Manoel Pinheiro, tentando tirar as denúncias contra ele e se fazendo de um bom moço.....veremos no que vai dá tudo este burburinho seu paletó!

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