24.05.2017 | 11h30


EFEITO JBS

Base de Temer já articula nome para eleição indireta a presidente

Em Brasília, os partidos aliados, liderados pelo PSDB, consideram que o presidente Michel Temer (PMDB) perdeu as condições de permanecer no cargo, mas estudam nomes, caso haja necessidade de indicar alguém para eleição indireta.


DA REDAÇÃO

O deputado federal Nilson Leitão (PSDB) admitiu que há um movimento dos partidos que sustentam o Governo Michel Temer (PMDB) para que a base aliada seja mantida, como forma de garantir força política em caso de uma eleição indireta para a sucessão de Temer.

Em Brasília, os partidos aliados, liderados pelo PSDB, consideram que o presidente perdeu as condições de permanecer no cargo. Os partidos esperam uma definição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que pode caçar a chapa Dilma-Temer das eleições de 2014, no começo do próximo mês.

“Para uma eleição direta seriam necessários de cinco a seis meses de tramitação no Congresso Nacional de uma Proposta de Emenda Constitucional. E durante esse tempo o país seria governado interinamente pelo presidente da Câmara, não por um líder escolhido pela maioria”, disse o deputado.

Segundo Nilson Leitão, a eleição indireta é a forma prevista na Constituição para a sucessão presidencial, 30 dias depois da saída de Temer.

“Para uma eleição direta seriam necessários de cinco a seis meses de tramitação no Congresso Nacional de uma Proposta de Emenda Constitucional. O problema é que durante todo esse tempo o país seria governado interinamente pelo presidente da Câmara, não por um líder escolhido pela maioria”, disse o deputado mato-grossense.

Os tucanos também aguardam a posição do TSE para evitar o rompimento da base, uma vez que contam com a permanência do PMDB na votação de uma eleição indireta e na montagem de uma nova gestão.

O PSDB chegou a anunciar o “desembarque” do Governo na semana passada, porém “esticou” a permanência como estratégia.

“Claro. Houve uma precipitação de início e alguns chegaram a defender que o PSDB deixasse a base. Mas, passada aquela ‘sangria’, quando vimos que as gravações mostram que não houve um movimento do presidente, para que se pagasse pelo silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, optamos por manter a governabilidade. O partido ainda vai se reunir para definir estas questões”, comentou Nilson Leitão.

A reunião dos tucanos está agendada para esta quarta-feira (24) para tentar acalmar os ânimos dos parlamentares que ainda defendem a saída da base do Governo Temer.











(1) COMENTÁRIOS

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Nelson  25.05.17 04h23
Fico aqui analisando esses politicos do Brasil , sera que existe ao menos um , dentre Deputados e Senadores , que nao tenham algum processo contra ele em alguma instância na Justiça ? Esse ai da foto ( Ex Prefeito de Sinop ) até onde eu sei tem uma penca de processos contra ele em andamento.....! Ahhh... esqueci , é " armaçāo política conta ele " !! Que Deus tenha puedade do povo Brasileiro !

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