29.05.2020 | 08h25


OPINIÃO / MARCELO PORTOCARRERO

O outro lado do que não são

Está claro o cenário de que não queremos nos transformar em república de bananas

Definitivamente está claro o cenário de que não queremos nos transformar em uma república de bananas. Entretanto, será preciso tomar cuidados extraordinários para que o país não aprofunde a crise por que estamos passando.

É por essa e outras razões que devemos afastar definitivamente esse organização ideológica que teve as rédeas do país até 2018, pois só assim seremos capazes de impedir nossa destruição social e econômica.

O que importa é não permitir que esses políticos continuem legislando em causa própria e sigam mancomunados com parte do judiciário.

Vejam que essa camarilha de privilegiados defende com unhas e dentes os mandatos de seus comparsas e se vangloria por eles terem sido eleitos representantes do povo pelo voto. É isso mesmo, nós os elegemos e esse erro é esfregado em nossas faces todos os dias.

Pois bem, as pessoas de bem que não concordaram com esse “status quo” terão que trabalhar duro para que aqueles que assim agem sejam todos destituídos da mesma maneira que lá chegaram, pelo voto. Será assim e dentro da lei que vamos derrotá-los de forma definitiva em 2022. Não será fácil, tão pouco rápido, levará um tempo, mas não podemos perder essa segunda oportunidade que se nos apresenta já a partir das eleições municipais deste ano.

Sim, essa terá de ser nossa primeira e única prioridade porque o que eles nos deixaram foi um país sem consistência, posto que destruído em seu âmago por uma sequência de depredadores despossuídos do mínimo grau de decência na gestão pública.

Um país sem consciência porque analfabetizado por estrategistas do caos que nos entregaram um país sem instrução, sem futuro e desestruturado onde a boa educação foi retirada das prioridades nacionais pela social-democracia dos governos passados.

Um país sem saúde, vez que as sanguessugas de ontem e de hoje insistem em tentar se apropriar novamente dos recursos destinados a este fim quando repassados a estados e municípios.

Um país sem segurança posto que são os governadores e prefeitos que decidem o que podemos fazer, onde ir, como viver e do que iremos morrer nas estatísticas do coronavírus chinês.

Enquanto permitirmos sejam criados direitos e mantidos privilégios; enquanto continuarem a extinguir responsabilidades e desobrigarem deveres muitos dos desinformados continuarão a ser transformados em cidadãos manipuláveis, inocentes úteis às aspirações políticas das elites socialistas.

Esse grupelho de vigaristas intelectuais que têm a desfaçatez de mesmo após terem seus intestinos expostos e sua falta de caráter comprovada ainda usam de discursos antagonistas na tentativa de mostrar o outro lado do que não são.

Marcelo Augusto Portocarrero é engenheiro civil.

Os artigos assinados são de responsabilidade do autor, não apresentando, portanto, a opinião do site ReporterMT.











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