18.07.2019 | 08h34


MAX CAMPOS

Não julgue para não ser julgado

Conhecer assunto que envolve milhares de pessoas nos livra de erros insanáveis

Estamos atravessando um momento delicado não apenas em nosso Estado como também em todo País. 

Estão colocando em votação a reforma previdenciária e, pelo que tudo indica, deixando Estados e municípios de fora permitindo que cada ente federativo adeque sua própria reforma. A pergunta será: como se dará isso? Terá audiências públicas? Seguirá a toque de caixa? São muitas perguntas. 

Cada voto de um parlamentar tem sua razão de ser e por vezes “valores” que ditarão as regras que impactarão na vida de milhares de pessoas e estão indo goela abaixo.

Assim como milhares de servidores do executivo em especial sou Servidor Público de Carreira do Estado de Mato Grosso servindo a sociedade civil deste imenso Estado da melhor e mais prestativa forma que me é possível desenvolve-la as minhas atividades.

Minha família tem membros da iniciativa privada como também possui servidores públicos, todos concursados, estudaram muito, não foram eleitos ou indicados por ninguém! Trabalham com dedicação; a estabilidade adquirida hoje tão atacada não é um privilégio - ela tem previsão legal e visa à proteção do servidor público concursado, para atuar com independência, boa técnica e seguindo os princípios morais, éticos e legais, sem o risco de serem prejudicados por interesses espúrios ou assédio moral. eles não têm direito ao fgts e continuam contribuindo para a previdência mesmo após a aposentadoria ao contrário dos aposentados pelo regime geral de previdência social.

Estamos assistindo pacientemente cada segmento “brigando ferozmente” olhando o próprio umbigo quando na verdade se caminhamos para ser ter mudanças e cortes  de “privilégios” que seja estendido a todos os 3 poderes sem essa de “”Farinha pouca meu pirão primeiro”. 

É um direito e não privilégio. Concurso público é para todos, basta ser aprovado.

- É injusto e covarde ver campanha na mídia desmoralizando os servidores públicos, estáveis ou não;

- Se o governo está em crise, a culpa não é de quem estudou e passou em concurso público;

- Não sonego impostos (ele já vem retido na fonte), e todos os anos faço minha declaração de renda, e pago o Leão; ao contrário de muitos que burlam o sistema, além de receberem incentivos fiscais;

- A crise nas finanças públicas é resultado de corrupção, renúncias fiscais, inadimplência das grandes empresas!

- Não se deixe enganar! A crise econômica não é culpa dos servidores públicos.

E o pior, grandes empresas e bancos sonegam impostos e têm suas dívidas perdoadas. Desconfie de quem ataca servidores públicos e não combate a corrupção e sonegadores.

A demonização do servidor público tem que acabar.

MAX CAMPOS é servidor público estadual e secretário estadual sindical do PSB-MT.

Os artigos assinados são de responsabilidade do autor, não apresentando, portanto, a opinião do site ReporterMT.











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