16.01.2020 | 16h42


ENCONTRADA NUA EM ALTAR

Policia prende homem que matou amante estrangulada em igreja

Corporação, contudo, não esclareceu a motivação do crime, ocorrido no último dia 6. Caso foi o primeiro feminicídio de 2020 na capital



O autor do primeiro feminicídio de 2020 é um jovem de 20 anos, que é casado e mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima, Larissa Francisco Maciel, havia dois meses. A diarista foi morta na madrugada de 6 de janeiro, na Candangolândia, após uma festa que era realizada em um posto de gasolina. O corpo dela foi encontrado nu, no altar da Igreja Evangélica Tenda da Libertação. O assassino foi preso na quarta-feira (15/01/2020).

A Polícia Civil não informou o nome nem onde mora o criminoso em função da Lei de Abuso de Autoridade, que impede a divulgação de imagens e informações de pessoas presas. A única informação é que o homem trabalha na Candangolândia e foi detido no serviço.

“Foi um longo trabalho de análise de imagens e oitiva de testemunhas até chegar ao responsável. Na delegacia, ele confessou a autoria”, afirmou o delegado Rafael Bernardini, da 11ª DP (Núcleo Bandeirante), responsável pelas investigações. O delegado, no entanto, optou por não revelar detalhes sobre a motivação ou dinâmica do crime.

A polícia identificou o assassino com Larissa em imagens de um posto de gasolina e por meio de duas testemunhas que deram depoimentos decisivos para o desfecho do caso.

Segundo o delegado, as dependências da Igreja Evangélica Tenda da Libertação, onde o corpo foi encontrado, são usadas por vários casais que estão em busca de um lugar para fazer sexo à noite. “É um local fechado, com certa privacidade, que as pessoas usam com a intenção de manter relações sexuais”, disse o investigador.

No momento em que o corpo de Larissa foi encontrado, ela estava nua e com queimaduras nas partes íntimas. A vítima foi asfixiada. A PCDF não informou se eles mantiveram relações sexuais antes do assassinato. “Sabe-se que, após matá-la, ele comprou gasolina, voltou ao local e ateou fogo ao corpo. Suspeitamos que tinha a intenção de eliminar vestígios e não ser identificado”, acrescentou Bernardini.











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