13.09.2019 | 14h45


INCÊNDIO

Diretor de hospital no RJ confirma 11 mortos e 77 transferidos

Até o início da tarde a Defesa Civil falava em 10 mortos. Quinze pacientes tiveram alta. Dois funcionários do hospital prestaram depoimento na 18ª DP.



O diretor do Hospital Badim, Fábio Santoro, disse em um comunicado lido na tarde desta sexta-feira (13) que foram confirmadas 11 mortes no incêndio que atingiu a unidade nesta quinta - uma morte ainda está em fase de "oficialização" pelo IML. Até o início da tarde desta sexta a Defesa Civil falava em 10 mortos.

“Dos 103 pacientes que estavam na unidade, 77 seguem internados e estão em 12 instituições de saúde da nossa cidade. Quinze já estão nas suas residências. Onze óbitos foram confirmados, sendo um deles em fase de oficialização pelo IML”, disse Santoro.

Investigação

 

Os peritos que trabalhavam no incêndio deixaram a unidade de saúde no início da tarde. A informação é que eles conseguiram acessar o aparelho, mas ainda tem muita água no subsolo do prédio.

A água da estrutura será drenada e deverá ter luz adequada para periciar melhor o local onde está o gerador. A Polícia Civil informou que dois funcionários do hospital prestaram depoimento na 18ª DP e ainda não está confirmado se outros vão depor sobre o caso.

Dez mortos já foram identificados no IML (veja quem são):

 

  1. Alayde Henrique Barbieri, 96 anos;
  2. Ana Almeida do Nascimento, 90 anos;
  3. Berta Gonçalves Barreira de Souza, 93 anos;
  4. Darcy da Rocha Dias, 88 anos;
  5. Irene Freiras de Brito, 84 anos;
  6. José Costa de Andrade, 79 anos;
  7. Luzia dos Santos Melo, 88 anos;
  8. Maria Alice Teixeira da Costa, 76 anos;
  9. Marlene Menezes Fraga, 85 anos;
  10. Virgílio Claudino da Silva, 66 anos.
  11. Incêndio
  12.  

    O fogo começou na noite de quinta-feira (12), no subsolo da unidade de saúde, no Maracanã, Zona Norte do Rio. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), as mortes ocorreram por asfixia e o por desligamento de aparelhos. Ninguém foi carbonizado.

    "A maioria foi por asfixia, alguns casos não, mas coisas correlacionadas ao acidente (...) São descompensações das doenças que as pessoas, relacionadas aos aparelhos que as mantinham vivas e que deixaram de funcionar com o incêndio", explicou Gabriela Garça, diretora do IML que coordenou a necropsia











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