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11.12.2019 | 15h10


NACIONAL / 'SHOWZINHO NO COP 25'

Bolsonaro volta a chamar ativista Greta de 'pirralha'

Presidente voltou a criticar a ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos. Ele criticou escolha de general de brigada para Ministério da Defesa na Argentina, mas nomeado é um civil.



O presidente Jair Bolsonaro voltou a chamar nesta quarta-feira (11) a ativista sueca Greta Thunberg de “pirralha” e afirmou que a adolescente de 16 anos dá um "showzinho" na Conferência do Clima das Nações Unidas (C25), realizada em Madri.

No mesmo discurso, ao receber homenagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília, Bolsonaro usou uma informação errada para criticar a escolha do novo ministro da Defesa da Argentina, nomeado pelo presidente Alberto Fernández.

Ministro argentino

 

Bolsonaro disse lamentar a escolha de um general de brigada como ministro da Defesa, posto que não é o mais elevado da hierarquia das Forças Armadas na Argentina. No entanto, Fernández escolheu como ministro um civil, o deputado Agustín Rossi.

Engenheiro civil, Rossi já havia sido ministro da Defesa durante parte do governo de Cristina Kirchner, eleita vice-presidente na chapa de Fernández, que tomou posse oficialmente nesta terça-feira (10) em Buenos Aires (10) – o vice-presidente Hamilton Mourão representou o governo brasileiro.

“Peço a Deus que tudo dê certo na Argentina. Se bem que lamento a escolha de um ministro da Defesa general de brigada. Tem que ser um general de Exército ou um almirante de esquadra ou um tenente brigadeiro do ar. Ou até um civil, que seja. Mas a maneira como se começa a tratar as coisas, mexer naquilo que está dando certo, creio que não seja a melhor opção", declarou. "Mas, acredito, espero, que a Argentina dê certo. Afinal de contas, são aqui na América do Sul o nosso grande parceiro comercial”, disse.

Ministro argentino

 

Bolsonaro disse lamentar a escolha de um general de brigada como ministro da Defesa, posto que não é o mais elevado da hierarquia das Forças Armadas na Argentina. No entanto, Fernández escolheu como ministro um civil, o deputado Agustín Rossi.

Engenheiro civil, Rossi já havia sido ministro da Defesa durante parte do governo de Cristina Kirchner, eleita vice-presidente na chapa de Fernández, que tomou posse oficialmente nesta terça-feira (10) em Buenos Aires (10) – o vice-presidente Hamilton Mourão representou o governo brasileiro.

“Peço a Deus que tudo dê certo na Argentina. Se bem que lamento a escolha de um ministro da Defesa general de brigada. Tem que ser um general de Exército ou um almirante de esquadra ou um tenente brigadeiro do ar. Ou até um civil, que seja. Mas a maneira como se começa a tratar as coisas, mexer naquilo que está dando certo, creio que não seja a melhor opção", declarou. "Mas, acredito, espero, que a Argentina dê certo. Afinal de contas, são aqui na América do Sul o nosso grande parceiro comercial”, disse.











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