24.01.2020 | 15h21


POLÍTICA

Bolsonaro descarta 'imposto do pecado' para a cerveja

O imposto incidiria sobre produtos prejudiciais à saúde, como cigarros, açucarados e bebidas alcoólicas



O presidente Jair Bolsonaro não quer saber de implantar o chamado "imposto do pecado". Sugerido nesta semana pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, o imposto incidiria sobre produtos prejudiciais à saúde, como cigarros, açucarados e bebidas alcoólicas.

— Está descartado. Ô Paulo Guedes, você é meu ministro, te sigo 99%, mas aumento de imposto para a cerveja, não. Não tem como aumentar mais a carga tributária do Brasil. A nossa política, a orientação, não teremos qualquer majoração da carga tributária

Durante a entrevista a jornalistas brasileiros na chegada do presidente a Nova Délhi, na Índia, Bolsonaro fez confusão entre Guedes e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, quando descartou o imposto do pecado, afirmando que “Moro também gosta de uma cervejinha”. Em seguida, pensou um pouco e brincou:

— Será que ele gosta mesmo?

A equipe econômica estuda aplicar o "imposto do pecado" sobre produtos como automóveis e combustíveis. Em entrevista ao Globo, o economista Aloísio Araújo, assessor especial do ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a necessidade de uma visão mais ampla para o novo sistema.











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