09.10.2014 | 23h00


GERAL / OS RESPONSÁVEIS PELO CAOS

VLT funciona em dezembro, mas sem acesso para população, diz Secopa

Apesar do atraso, Maurício afirmou que a sociedade saberá reconhecer a qualidade do novo sistema de transporte público que será implantado


DA REDAÇÃO

O secretário da Copa Maurício Guimarães afirmou que o VLT passará a funcionar comercialmente somente após a conclusão de todo o trecho previsto no projeto. O modal deve atravessar a cidade por duas linhas, de 15 km e 7 km que, segundo ele, serão concluídos no final de 2015.

Em entrevista durante teste do modal, ele disse que até dezembro deste ano, já estará em funcionamento o trecho de 7 quilômetros, que compreende o trecho Aeroporto-Porto, mas que serão realizados apenas testes operacionais nas vias, sem dar acesso à população.

“Em Várzea Grande, até o final do ano vamos operar os testes em todos os sete quilômetros, mas comercialmente, só quando todos os 22 quilômetros estiverem prontos, e isso vai ocorrer ao final de 2015”, declarou Maurício.

Das 56 obras de mobilidade urbana prometidas pelo governador Silval Barbosa (PMDB), foram concluídas 19. O projeto do VLT deveria estar pronto em março de 2014, mas em dois anos de obra penas o terminal de Várzea Grande e alguns metros de trilhos foram instalados.

Deveriam estar prontos três terminais de integração (CPA, Aeroporto e Coxipó) nas extremidades das duas linhas e 33 estações. Ao longo da Linha 1 (CPA-Aeroporto), 22 estações de embarque e na Linha 2 (Centro-Coxipó), 11. Na estação do Morro da Luz já deveria existir uma conexão entre as duas linhas.

Apesar do atraso, Maurício afirmou que a sociedade saberá reconhecer a qualidade do novo sistema de transporte público que será implantado. Ele afirmou que os testes não são menos importantes, já que é checado o sistema de alimentação de energia, frenagem e hidráulica.  O secretário afirmou que a Secopa está preparando uma ampla campanha de conscientização para que possa ocorrer uma convivência harmônica no trânsito, entre o VLT e demais veículos.

“Nós fizemos a escolha certa. A sociedade vai ter o melhor sistema, que vai mudar o jeito de utilizar o transporte. O diferencial é que o VLT, além de ser o mais moderno sistema de transporte público, é movido à energia elétrica não poluidora, e isso também é um ganho para a sustentabilidade e para o Meio Ambiente“, completou ele. 

As obras do VLT vão custar aos cofres públicos R$ 1, 477,00 bilhão e estão sendo realizadas pelo Consórcio VLT Cuiabá – Várzea Grande (constituído pelas empresas CR Almeida SA Engenharia de Obras, CAF Brasil Indústria e Comércio SA, Santa Bárbara Construções SA e Astep Engenharia Ltda) e a Secopa.











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