03.09.2015 | 17h36


GERAL / GREVE ILEGAL

Professores de Cuiabá desafiam a Justiça e decidem continuar parados

De acordo com informações uma nova reunião está marcada para esta sexta-feira (04), para discutir a situação e um ato público já estaria definido para o dia 18 de setembro, às 15h, na Praça Alencastro, em frente à Prefeitura de Cuiabá.


DA REDAÇÃO

Após longa assembleia da classe, os professores rede municipal de ensino decidiram na tarde desta quinta-feira (03), dar continuidade à greve escolar, que já foi declarada ilegal pela Justiça.

Tribunal de Justiça de Mato Grosso considerou a greve ilegal, levando em conta que o processo de diálogo entre as partes ainda estava em andamento.

De acordo com informações do sindicato da categoria uma nova reunião está marcada para esta sexta-feira (04), para discutir os rumos do movimento e um ato público já estaria definido para o dia 8 de setembro, às 15h, na Praça Alencastro, em frente à Prefeitura de Cuiabá.

A categoria pediu 12,4% de reajuste. Na folha de julho, o prefeito Mauro Mendes (PSB) concedeu 9,31%. Mesmo assim, os professores suspenderam as aulas na última segunda-feira (31).

Nesta quarta-feira (2), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso considerou a greve ilegal, levando em conta que o processo de diálogo entre as partes ainda estava em andamento. A Prefeitura fez uma outra proposta, oferecendo mais 2,30% em janeiro de 2016. Também garantiu que em 120 dias fará publicações de licenças prêmio, elevação de nível e outras notas trabalhistas que estariam pendentes.

A promessa é também de qualificação docente e dos demais funcionários da educação e concurso público em setembro. 

Caso não voltassem ao trabalho, o TJ determinou multa de R$ 1 mil por dia, onerando o sindicato da categoria. A rede municipal tem 30 mil alunos, que estudam em 90 unidades de ensino e creches.











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