07.12.2019 | 17h12


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Preço do etanol aumentou R$ 0,17 em apenas dois dias em Mato Grosso

Reajuste nos preços pelas usinas produtoras de etanol anidro e a elevação dos preços do biodiesel foram um dos fatores do aumento.



Nesta semana, os revendedores e consumidores estão se deparando com relevantes altas nos combustíveis. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Sindipetróleo) tais reajustes estão chegando aos postos por meio das distribuidoras, ou seja, os revendedores apenas estão repassando os aumentos.

Conforme o Sindicato, nos últimos dias vem ocorrendo significativos aumentos de custos, de maneira contínua, ao longo de toda a cadeia de circulação dos combustíveis, de modo bastante acentuado.

“Estamos aguardando pesquisa da Agência Nacional do Petróleo para termos uma melhor ideia do cenário, já que grande parte dos revendedores relatam reajustes em patamares variados na maioria das distribuidoras”, explica o diretor-executivo do Sindicato, Nelson Soares Junior.

O etanol, por exemplo, segundo o Sindipetróleo, foi o produto que mais sofreu reajuste. Numa pesquisa entre os revendedores, há relatos de aumento de R$ 0,17 apenas de quarta (04) para quinta-feira (05).

São vários os motivos que contribuíram para o cenário de alta. O preço final dos combustíveis reflete o aumento de preços pelas usinas produtoras de etanol anidro e a elevação dos preços do biodiesel das usinas pela mistura na gasolina e diesel, respectivamente e alta do petróleo no mercado internacional.

Outro fator de influência é a mudança do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), base de cálculo do ICMS, que passa por majorações quase todos os meses.

O preço final dos combustíveis também reflete o aumento de preços pelas usinas produtoras de etanol anidro e a elevação dos preços do biodiesel das usinas pela mistura na gasolina e diesel, respectivamente, tudo conforme dados públicos disponibilizados pela Agência Nacional do Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural – ANP.

“Estamos aguardando pesquisa da Agência Nacional do Petróleo para termos uma melhor ideia do cenário, já que grande parte dos revendedores relatam reajustes em patamares variados na maioria das distribuidoras”, explica o diretor-executivo do Sindicato, Nelson Soares Junior. 

O Sindipetróleo ressalta que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos, cabendo a cada posto revendedor decidir se irá repassar ou não os reajustes ao consumidor, bem como em qual percentual, de acordo com suas estruturas de custo.











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