12.07.2015 | 10h00


GERAL / COMIDA DO DIA A DIA

Personal diet dá dicas de alimentos menos calóricos 'da mesa' do cuiabano

Além de se preocupar com as calorias, é preciso se importar também com o valor nutricional deles, destaca a especialista.


DA REDAÇÃO

Alguns alimentos que fazem parte da rotina na mesa brasileira e cuiabana são menos calóricos do que outros.

Quem tem dificuldade de fazer regime porque não consegue deixar de comer o cardápio de costume pode fazer escolhas melhores, do ponto de vista das calorias e também nutricional, sem abandonar o gosto já familiar.

CONFIRA ESSAS DICAS

1) Entre o arroz e o feijão, o mais calórico é o arroz. Uma colher de sopa de arroz tem 32 calorias, contra 12 de feijão.

2) Se trocar a batata pela berinjela terá uma redução calórica significativa, porque uma batata pequena tem 68 calorias e uma colher de sopa de berinjela picadinha apenas 6.

3) No caso da carne, a vermelha, além de calórica, tem muito colesterol. A indicação para quem quer continuar ingerindo essa forma de proteína é o frango ou peixe, muito comum em Cuiabá. Um bife médio de contra filé por exemplo tem cerca de 300 calorias. A mesma quantia de frango cai para 159 calorias e mais ainda, para 123, se opção for por peixe.

4) Macarrão nem sempre é vilão. Os vilões na verdade são os adicionais, como queijo e presunto, creme de leite e similares, bacon e calabresa, entre outros. Uma colher de sopa de massa ao alho e azeite tem 26 calorias e um pedaço pequeno de lasanha 92.

5) Alface, agrião, couve, acelga, rúcula.  São folhas de baixa caloria e recomendáveis, especialmente crus, sem a adição de azeite e sal, ou apenas de forma moderada. Lembrando que uma colher de sopa de azeite tem 108 calorias. Mas o azeite favorecer o bom colesterol, diferentemente dos óleos, especialmente os saturados.

6) Com relação a bebidas, a indicação é água, cortando refrigerantes e até sucos. As frutas da época ou locais, como manga, por exemplo, devem estar na sobremesa.

FAÇA ESCOLHAS

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Ana Nilva é personal diet.

A nutricionista Ana Nilva Madeira, especialista em obesidade e emagrecimento e personal diet, é uma entusiasta da manutenção do cardápio cultural na dieta. Segundo ela, não tem como sair disso, porque aonde a gente vai, na cidade onde a gente mora, vai encontrar sempre os mesmos pratos.

Por isso, o melhor é encarar este cardápio típico e dentro dele fazer as tais escolhas.

Até mesmo com relação às guloseimas, ela é contra a radicalidade do corte total. “Não podemos ser tão radicais. Às vezes, são permitidas ou substituídas por sobremesas nutritivas”.

Ela explica que uma boa dieta pode até levar a questão calórica em consideração, mas não pode jamais deixar de lado a qualidade nutricional.

“Não tem nenhum alimento, que, isoladamente, deva ser totalmente cortado da lista. Tem como equilibrar tudo”, afirma.

Até mesmo com relação às guloseimas, ela é contra a radicalidade do corte total. “Não podemos ser tão radicais. Às vezes, são permitidas ou substituídas por sobremesas nutritivas”.

Ela destaca que um dos critérios para escolher melhor os alimentos é observando se são orgânicos e livres de agrotóxicos. Essas toxinas, segundo ela, também se acumulam no organismo causando inflamações. “Afinal o que é a obesidade se não a inflamação celular”, destaca.

Comer errado é um drama de muitos brasileiros. A clínica onde ela trabalha, a Longevittá, pensando em melhorar a educação alimentar desde cedo vai oferecer, em Cuiabá, um curso rápido, na próxima quarta-feira (15), para crianças, das 8h30 às 11h30.

No curso de Culinária Kids, as crianças serão incentivadas não só a experimentarem os alimentos, como também perceber como preferem que sejam preparados.

“Uma criança pode não gostar da cenoura cozida, mas talvez goste ralada ou cortada em cubos. Só depois de fazer essas tentativas, você poderá dizer: meu filho não come cenoura”, explica a nutricionista.











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