22.05.2016 | 13h50


GERAL / RISCO ALARMANTE

Mato Grosso registra mais de 23 mil casos de dengue

Com relação à zyka, 79 municípios apresentam alto risco da doença; no caso da chikungunya, três cidades estão nessa situação.



Mato Grosso já registrou 23.108 casos de dengue neste ano. No mesmo período, no ano de 2015, foram registradas 14.489 notificações, o que representa um aumento de quase 59%. Diante do aumento de casos notificados, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) reforça o alerta para a intensificação nas ações de prevenção e controle da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus aos 141 municípios mato-grossenses.

 

Devido à incidência, Mato Grosso está com risco alarmante com 643 casos por 100 mil habitantes. Setenta e nove municípios estão classificados com alto risco da doença, o que representa 56,1% dos registros.

Zika vírus e chikungunya

Em relação ao zika vírus são 21 mil casos suspeitos no estado. Devido à incidência, Mato Grosso está com risco alarmante com 643 casos por 100 mil habitantes. Setenta e nove municípios estão classificados com alto risco da doença, o que representa 56,1% dos registros.

Já foram registrados este ano 1.219 casos suspeitos de febre chikungunya, o que representa uma incidência de 37 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Três municípios estão classificados com alto risco da doença.

A orientação é para que a população evite os criadouros dos mosquitos transmissores da doença para prevenir, além da dengue, a febre chikungunya e o zika vírus. O Estado monitora semanalmente a progressão dos casos e faz o trabalho de orientação aos municípios para que as ações sejam intensificadas, mas alerta 80% dos criadouros do mosquito estão nas residências, por isso é importante o envolvimento da população.

Para reduzir os impactos causados pelo mosquito, a SES enfatiza aos municípios para que mantenham a rede atenta para o diagnóstico precoce da doença e o manejo correto para que mortes sejam evitadas. Além disso, devem ser desenvolvidas ações de mobilização, inspeções domiciliares para eliminação de criadouros do mosquito, atividades educativas para orientar a população sobre como evitar focos do vetor, como também aplicação de inseticida para eliminação de insetos adultos.











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